terça-feira, 30 de abril de 2019

MISTÉRIO

O desaparecimento de uma garota que intriga a Inglaterra há meio século

April Fabb desapareceu em 8 de abril de 1969


É um medo que todo pai tem: o desaparecimento de um filho. E o meio século que se passou desde que April Fabb sumiu, aos 13 anos, não acabou com a dor sentida pelas pessoas com quem ela convivia – nem o terrível fascínio em encontrar uma resposta para o caso que, 50 anos depois, ainda segue pendente.
O Sol estava brilhando quando April subiu em sua bicicleta em 8 de abril de 1969. Era o feriado de Páscoa, e a menina planejava percorrer os 2 km de seu pacato vilarejo de Metton, no condado de Norfolk, no leste da Inglaterra, até a casa de sua irmã. Estava empolgada para entregar um presente de aniversário ao cunhado, um pacote com dez cigarros. Mas ela nunca chegou ao seu destino.
"Para ser bem honesto", diz o relações públicas Michael Cole, que era repórter da BBC à época, "ela sumiu do mapa."

A polícia realizou a maior operação de busca que a região já viu.
Desde seu desaparecimento, policiais visitaram 400 casas, fizeram centenas de entrevistas, coletaram quase 2 mil declarações e passaram diversas horas debruçados sobre o caso, mas nunca chegaram perto de solucioná-lo.

O primeiro sinal de que algo estava errado


A bicicleta de April foi encontrada em um descampado pela polícia
Para pessoas de mais idade, o rosto de April é familiar. Ela era a mais jovem das três filhas de Ernest e Olive Fabb e morava com os pais em Metton – suas irmãs Pamela e Diane já haviam se mudado.
Tímida, ela era adorava animais, especialmente o cão da família, o terrier Trudy. Seus interesses eram típicos de uma adolescente da época: gostava de colecionar selos, bordar...
Nas paredes de seu quarto, havia pôsteres de sua banda favorita, Amen Corner. Eles permaneceriam ali por anos após seu desaparecimento, intocados por seus pais, na esperança de que um dia ela voltasse.
O primeiro sinal de que algo estava errado veio quando a noite caiu na terça-feira, dia 8 de abril, e a adolescente ainda não havia voltado para casa. Às 22h, depois de saber que April não tinha sido vista o dia todo, os pais dela se alarmaram.
Eles ainda não sabiam, mas sua bicicleta havia sido encontrada em um descampado por um motorista que passava por perto e levada para uma delegacia de polícia de Cromer, a cidade vizinha. Essa descoberta acentuou o temor inicial de que April não havia simplesmente fugido.

A maior operação de buscas já realizada em Norfolk

Caso levou a maior operação de buscas já realizada no condado de Norfolk

Na madrugada de 9 de abril, o detetive mais experiente de Norfolk, Reginaldo Lester, foi chamado. Ele imediatamente compreendeu a situação e suspeitou que April deveria ter sido sequestrada. O caso o assombraria até sua morte, 48 anos depois.
A busca liderada por ele foi a maior da história da força policial de Norfolk. No primeiro dia, envolveu 40 policiais e todos os cães farejadores do condado. Moradores do vilarejo ajudaram, um helicóptero sobrevoou a região, parentes distantes foram contatados. Descrições de April, que tinha 1,62 m de altura, cabelos castanhos claros e olhos azuis, foram distribuídas.
Sua família se agarrava à esperança de que sua ausência tivesse uma simples explicação. "Ela é o tipo de garota que se ela visse algumas flores bonitas, ela provavelmente iria colhê-las", disse seu pai.

As primeiras pistas


Mesmo 50 anos depois, ainda surgem supostas pistas sobre o desaparecimento de April Fabb

Na quinta-feira, no segundo dia de buscas, ainda mais pessoas estavam ajudando, desesperadas para encontrar uma garota que a maioria delas conhecia.
Foi um dia em que surgiram algumas pistas, publicou o jornal local Eastern Daily Press na sexta-feira. Um lenço ensanguentado bordado com a letra "A" foi achado. Chegaram relatos de que uma van foi vista andando em alta velocidade por Metton na tarde de terça-feira. Os passageiros de um trem para Norwich se lembraram de ter visto uma adolescente a bordo.
As buscas se intensificaram: lagos foram vasculhados por mergulhadores, cartazes de April foram colocados em estações ferroviárias, e cafés e hotéis foram visitados em busca de alguém que a tivesse visto.
Na sexta-feira, três dias depois de ela sumir, seus pais lhe pediram diretamente pela imprensa para voltar para casa. Eles deixaram a porta de casa destrancada à noite e a luz acesa na varanda.
Com mais informações e relatos de testemunhas, a polícia montou uma linha do tempo.

Os minutos perdidos


April percorria uma pista em meio a um descampado quando sumiu

Quando April deixou Metton para ir à casa de sua irmã Pamela, ela viu dois amigos brincando com um burro no campo de um fazendeiro. Ela parou para acariciá-lo e, então, retomou sua jornada.
A última vez que a garota de 13 anos foi vista foi por um motorista que ia na direção oposta quando ela saía do vilarejo, às 14h06.
Nove minutos depois, a bicicleta de April foi achada em um campo por três trabalhadores da Ordnance Survey, a agência nacional britânica de mapeamento, que estavam passando ao longe. A bicicleta estava jogada em um barranco ao lado da pista em que April pedalava. O que aconteceu nestes poucos minutos é a chave para o destino da adolescente.
Com o passar do tempo, as pistas esfriaram. O lenço ensanguentado havia sido usado por uma mulher para cuidar do joelho machucado de seu filho. Os motoristas apresentaram seus álibis, e a teoria de que ela havia fugido foi descartada. Mesmo assim, como relatou o Eastern Daily Press, alguns ainda suspeitavam de uma fuga e que ela estava com medo de voltar.
Orações foram feitas para a família de April no domingo de manhã, e empresas locais contribuíram com ofertas de recompensas para qualquer pista.
Mas as boas intenções não conseguiam mascarar a falta de progresso nas buscas. Um mês depois de seu desaparecimento, a manchete do jornal local dizia: "Ainda não há notícias de estudante desaparecida".

Depois de 50 anos, o mistério continua

Ficou claro desde o início que April havia sido sequestrada, diz Michael Cole. "Foi um crime horrível, porque, nos 50 anos desde então, não houve nenhuma evidência crível sobre seu paradeiro ou de seus restos mortais. Continua sendo um mistério. E isso é angustiante para sua família e para as pessoas que a conheciam."
Sem progressos e com poucas pistas, a atenção nacional sobre o caso logo diminuiu. Cole mudou de profissão e viajou o mundo, mas diz que a história permaneceu em sua mente. "A comunidade ficou abalada, sem saber o que fazer quanto a isso", disse ele.
"Mas são os pequenos detalhes que partem o coração. Em seu alforje na bicicleta, ainda estavam os dez cigarros para seu cunhado, cinco centavos de libra e um lenço."
A polícia soube de partida que April não havia fugido
Estes objetos permanecem com a polícia de Norfolk – a bicicleta de April foi descartada a pedido de sua mãe anos atrás. Eles estão sob a responsabilidade do detetive aposentado Chê Andy Guy, que cuida dos casos antigos e diz já ter revirado o arquivo sobre April desde 2005.
Ele acredita que April foi sequestrada por um predador que passava por Metton ou por um morador da cidade que, ele admite, "não esteve sob a nossa mira".

Solução do caso pode estar na comunidade local?

Ele ainda espera que a solução do caso possa estar na comunidade local. Existe alguém que age estranhamente em torno do aniversário de April ou na área em que ela foi raptada?
"Eu acho que há algo aí", diz ele. "Não acho que esgotamos totalmente essas investigações em 1969. Quando você olha para o caso hoje, há coisas ainda não esclarecidas."
A polícia hoje pode recorrer a coisas como o reconhecimento automático de placas de carro, imagens de câmeras de segurança e registros de uso de celulares.
"É muito diferente daquela época, quando tudo o que tinham eram as testemunhas", diz ele. "Havia muito poucas linhas de investigação disponíveis."
A crença de que alguém ainda possa apresentar pistas cruciais foi alimentada por novas evidências na última década. Em 2010, a polícia escavou um poço perto de Metton depois o proprietário da terra dizer ter visto ali camadas de polietileno preto na época do desaparecimento de April.
No ano seguinte, chegaram notícias de que um homem havia sido visto cavando um túmulo nas proximidades, no fim de semana da Páscoa, em 1969.
Isso mostra o persistente interesse público no caso: mesmo sendo um dos 59 casos mais antigos de Norfolk, ele ainda gera informações. As teorias são compartilhadas entre as famílias, e os pedidos de ajuda feitos pela policia despertam novas discussões na internet.

Supostas pistas do caso ainda continuam a aparecer

Guy acredita que as características do caso de April fazem com que ele permaneça na mente das pessoas. "Ela era uma menina de uma boa família, que vivia em um local rural idílico. É algo próximo de muita gente", diz ele.
Maurice Morson, agora aposentado há mais de 30 anos, ainda recebe pistas. "Sempre que chega o aniversário do caso, recebo bilhetes por debaixo da porta com informações", diz ele.
"As pessoas desenham mapas, dizem onde ela está, porque alguém teve um sonho sobre isso, conhecem alguém que conhece alguém ou tem uma teoria que acha que não investigamos."
O assassino em série Robert Black foi considerado suspeito, mas nada o ligava ao caso
Um homem apresentado como possível suspeito foi Robert Black, o notório assassino em série escocês que morreu na prisão em 2016 enquanto cumpria pena pelo assassinato de quatro garotas entre 1981 e 1986.
Apesar de uma característica marcante do desaparecimento de April se encaixar com a forma como ele atuava – ele sequestrava suas vítimas na estrada –, a polícia nunca encontrou nenhuma evidência que o ligasse a Norfolk em 1969.
Muitos moradores ainda acreditam que as obras de construção de instalações de gás podem ser o local onde o corpo de April foi deixado, mas a polícia diz ter vasculhado os encanamentos completamente, sem sucesso.

Um memorial para April foi construído em frente à igreja que ela frequentava

Na porta da igreja que April costumava frequentar, fica um memorial para a adolescente. A lápide fica cercada por narcisos na época do seu aniversário, toda primavera.
O pai de April morreu em 1998 e sua mãe, em 2013. Suas irmãs, que ainda moram na área, são informadas de quaisquer novos desdobramentos pela polícia. Morson também permanece em contato com a família.
"April faria 64 anos neste mês. Ela provavelmente seria avó", diz ele. "Descobrir o que aconteceu agora provavelmente causaria uma nova angústia para a família, ao pensar que a mãe e o pai nunca puderam saber disso. Mas o objetivo é chegar à verdade. Será que isso vai acontecer? Não sei."

quinta-feira, 14 de março de 2019

PONTOS DA VIAGEM - MA

"Passeio do Rio Preguiças” - MA 
O passeio na voadeira pelo rio é muito emocionante. O Rio Preguiças tem 120 km de extensão. Os moradores da região tentam explicar a origem de seu nome.Uns dizem que muitos bichos-preguiças habitavam as margens há muitos anos, e por isso o rio se chama assim. Outros justificam o nome por suas águas tranquilas. As paradas são em Vassouras, Mandacaru e Caburé.


Foi muito legal o passeio na lancha voadeira pelo Rio Preguiças, confesso que quando estava aguardando a lancha voadeira chegar estava um pouco apreensiva, mas depois foi uma surpresa boa e até indescritível a sensação.


Neste local começou a nossa aventura...





Primeira Parada: VASSOURAS 
É um vilarejo bem pequeno, na verdade só vi as barracas na beira do rio...ah, e lindos macaquinhos prego para nos recepcionar, mas tem que ficar espertos com eles, pois numa distração, podem levar algum pertence seu, eles parecem já acostumados com o movimento diário. Tem também as dunas e ao longe avistamos algumas hélices eólicas.




Segunda Parada: MANDACARU
O Farol tem 35 metros e 160 degraus, Nilza encarou, eu como tenho pavor de altura e para ajudar tenho Enfisema Pulmonar, fiquei em terra firme hehehe 
👌🔝
O Farol de Preguiças também chamado de Farol de Mandacaru é uma farol administrado pela Marinha do Brasil, localizado no Estado do Maranhão, no Brasil. Torre de concreto branca, troncocónica, quatro faixas pretas, quatro costelas, dupla galeria.




Terceira Parada: CABURÉ
Esta é a parada mais longa, param por cerca de três horas onde é também servido o almoço, na chegada é melhor logo ir fazer o pedido, escolhemos a peixada maranhense, que ficaria pronta em umas duas horas, fizemos amizade com um casal de paulistas e fomos conhecer um pouco de Caburé de quadriciclo.

E depois degustamos a saborosa peixada maranhense e fomos descansar em uma barraca com rede e ficamos apreciando o Rio Preguiças.



Já passava das 15:00 horas quando retornamos, a nossa lancha voadeira era a vermelha e branca fechada que já estava nos aguardando.
Quem puder ir no Maranhão conhecer as riquezas de lá, vá...Pois com certeza não se arrependerá.
Vou postar ainda aqui no blog os Lençois Maranhenses e o Centro Histórico em São Luís.


"Viajar é como abrir os olhos da alma. É expandir nossa energia e conectá-la com tudo o que o mundo pode oferecer."

Giovana Cristina Schneider 

sexta-feira, 8 de março de 2019

MULHERES FLORIANENSES

MARECHAL FLORIANO...Resgatando Memórias II



ÉS Guerreira na Fé...
Seu escudo,
É a sua Oração. 


És Guerreira na Fé...
No rosto carrega o Sorriso,
No coração o Amor,
Somente ela e Deus...
Sabem de sua Dor. 




És Guerreira na Fé...
És Guerreira na Dor...
És Guerreira no Amor...

És Guerreira na Fé...
És sempre Guerreira aonde estiver.






Dia Internacional da Mulher 

Estamos Homenageando algumas mulheres da nossa querida Marechal Floriano, com o apoio sempre do meu querido Jair Littig.

Nosso Parabéns a todas Guerreiras, em especial as Guerreiras de Marechal...



MULHER
Foram muitas lutas...
Foram muitas lágrimas...
Foram muitos gritos...
Foram muitas dores...
Mulher,
És Guerreira na Fé...
Seu escudo,
É a sua Oração. 
No rosto carrega o Sorriso,
No coração o Amor,
Somente ela e Deus...
Sabem de sua Dor. 
Mulher,
És Guerreira na Dor...
És Guerreira no Amor...
És Guerreira na Fé...
És sempre Guerreira,
Aonde estiver...
MULHER 

Giovana Cristina Schneider 

quinta-feira, 7 de março de 2019

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

O que está acontecendo com certos "HOMENS"? Se é que podem ser chamados de HOMEMS?
O que eles pensam da vida?
O que eles querem com essa violência toda?
Só vejo uma forma de parar com tudo isso:
PENA DE MORTE #SemMais
Sim, penso que eles fazem isso, pois sabem que como dizem por ai:
#DáNadaNão
E assim eles continuam:
Matando, Estuprando, Queimando, Espancando e mais...
Temos também a Violência Psicológica (Que causa dano emocional, diminuição da auto-estima e por ai vai...)

Só neste carnaval no estado do Espírito Santo, foi um carnaval de violência contra a mulher, mais de um crime por dia.

https://www.gazetaonline.com.br/noticias/policia/2019/03/mais-de-um-crime-por-dia-carnaval-de-violencia-contra-a-mulher-no-es-1014170951.html?utm_medium=redacao


ESTA IMAGEM ABAIXO MOSTRA QUE ELES QUEREM REALMENTE DESFIGURAR E MATAR!


->O primeiro registro é da paisagista espancada em apartamento na Barra/RJ (Este caso foi no final de fevereiro)
->O segundo registro é vendedora agredida e abandonada na estrada no ES. (Este caso aconteceu no carnaval)

E temos também o caso da Isabela de São Paulo:
"Durante um churrasco de carnaval, Isabela passou mal e foi se deitar em um dos quartos da casa onde estava hospedada. Horas depois, o namorado da jovem flagrou o cunhado sem roupa na mesma cama. Irritado e sem entender a situação, ele começou uma briga. Isabela tentou fugir, mas foi surpreendida por uma emboscada: um colchão em chamas preparado pelo próprio namorado. A jovem teve 80% do corpo queimado... E morre Isabela..."

Mais casos:
https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2019/03/07/es-registra-170-casos-de-violencia-contra-mulher-durante-carnaval.ghtml


Até a manhã desta quinta-feira (7), 70 homens agressores foram detidos. Crime de lesão corporal foi o mais cometido, com 84 ocorrências (Isso no ES).

Em Salvador tem 25 queixas de agressão à mulher por dia em 2019 (Primeira semana do ano teve 175 episódios de violência registrados nas Deams de Brotas e Periperi).

"Em apenas uma semana, 175 mulheres bateram às portas de duas delegacias de Salvador para denunciar um tipo de crime: agressão. Os registros foram feitos na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Brotas - 108 - e na Deam de Periperi - 67 - e apontam para uma média assustadora:  já são  25 casos  por dia em 2019".
É realmente assustador toda essa violência, o que aqui foi postado é o mínimo, pois o Brasil é o quinto país mais violento para mulher.
"Os números são assustadores. No Brasil, em média 13 mulheres são assassinadas por dia. Com uma taxa nacional de feminicídio de 4,8 por 100 mil, ocupamos uma nada honrosa posição entre os cinco países mais violentos para a mulher no mundo, ficando atrás apenas de El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia (que recentemente descriminalizou a violência doméstica)."
A situação está fora do controle!
08 de Março comemora-se o  Dia Internacional da Mulher... Mas, com todos esses casos de violência fica difícil de se comemorar qualquer coisa. 
E na semana da mulher o que temos: Notícias de violências #Triste 😔

Precisamos mudar esta situação, precisamos de leis mais duras e justas...
MULHER
ÉS Guerreira na FÉ,
No Rosto carrega o Sorriso,
No Coração o Amor,
Somente Ela e Deus,
Sabem da sua DOR,
MULHER


Giovana Cristina Schneider

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

HERÓIS REAIS EXISTEM...

Leileane, uma mulher de coragem que arriscou sua vida enquanto alguns homens a sua volta apenas se importavam em filmar ao invés de ajudar.




Leiliane vive em Pirituba, na Zona Norte de São Paulo, e tem três filhos: uma menina de 8 anos, um menino de 3 anos e um bebê de quatro meses. Prestes a passar por uma cirurgia, ela tinha sido orientada a não passar por situações de estresse.
“No momento, eu queria ajudar e não pensei em mais nada.”

Situações como esta é para nos fazer refletir, pois como está no videio, ao invés de todos estarem ajudando, fazendo alguma coisa que demonstrasse o amor ao próximo, infelizmente não é o que a gente vê,são alguns marmanjos confusos e outros com o celular na mão filmando, inacreditável. Se não fosse a valentia desta mulher, ninguém teria feito nada, e além do jornalista Ricardo Boechat e do piloto Ronaldo Quatrucci, o motorista caminhão João Adroaldo Tomanckeves também teria vindo a óbito. 
Ela relata que uma pessoa pulou do helicóptero e que também queria ajudar, mas foi impedida, pois ia haver uma nova explosão.

As imagens mostram o momento em que ela, desesperadamente tenta e consegue salvar o motorista. E fez isso sem hesitar.


Daquelas cenas, que em meio a tragédia, nos ensinam que o ser humano está acima de todas as coisas, quando ele exercita o seu papel da vida real.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

NO SOPRO DA VIDA...

Como dizem: A vida é um sopro!


A vida é um sopro, e num sopro ela se esvai...
Bem isso, somente isso!
E sempre acontece, mas achamos que não vamos ser atingidos, infelizmente.
Este começo de 2019 está tenso...
Tragédias com muitas mortes, como colocaram em uma postagem no Facebook, tragédias brasileiras que chegam na forma dos quatro elementos, por terra, água, fogo e ar...
Terra = Brumadinho
Água = Rio de Janeiro
Fogo = Ninho do Urubu
Ar = Boechat 

A vida é um instante, e num instante não estamos mais aqui...
Triste, sim muito triste, mas assim é a vida, e não tem como ser mudado.
Estamos aqui apenas numa viagem, e devemos fazer dela uma boa viagem, pois ela não vai ter replay. 

VIAGEM 
E assim é a nossa viagem...
Sabendo viver, deixando a vida seguir seu curso.
Sendo passageiros do tudo...
Sabendo ser passageiros da vida...
E não sendo meros passageiros.
Do livro: Registros...
Aleatórios.
Giovana Cristina Schneider

Pode ser clichê, mas a única certeza que temos nesta vida é que vamos morrer, e disso não temos saída.
Então...
Faça Hoje,
Fale Hoje, 
Agradeça Hoje,
Abrace Hoje,
Beije Hoje,
Faça o Melhor Hoje,
Pois, somente o hoje existe...
O amanhã pode não acontecer.


Estamos todos na fila...
A cada minuto alguém deixa esse mundo pra trás. Não sabemos quantas pessoas estão na nossa frente.
Não dá pra voltar pro “fim da fila”.
Não dá pra sair da fila.
Nem evitar essa fila.
Então, enquanto esperamos a nossa vez:
Faça valer a pena cada momento vivido aqui na Terra.
Tenha um propósito.
Motive pessoas!
Elogie mais, critique menos.
Faça um “ninguém” se sentir um alguém do seu lado.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor.
Faça as pazes.
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Tenha tempo pra você.
Faça pequenos momentos serem grandes.
Faça tudo que tiver que fazer e vá além.
Viva novas experiências.
Prove novos sabores.
Não tenha arrependimentos por ter tentado além do que devia, por ter valorizado alguém mais do que deveria, por ter feito mais ou menos do que podia.
Tudo está no lugar certo.
As coisas só acontecem quando têm quem acontecer.
Releve.
Não guarde mágoas.
Guarde apenas os aprendizados.
Liberte o rancor.
Transborde o amor.
Doe amor.
Ame, mesmo quem não merece.
Ame, sem querer receber nada em troca.
Ame, pelo simples fato de vc vibrar amor e ser amor.
Mas sempre, ame a si mesmo antes de qualquer coisa.” Esteja preparado para partir a qualquer momento. Vc não sabe seu lugar na Fila, então se prepare pra deixar aqui apenas boas lembranças. Suas mãos vão embora vazias.
Não dá pra levar malas, nem bens...
Se prepare DIARIAMENTE pra levar consigo, somente aquilo que tens guardado no coração.
Comece hoje, pois o amanhã pode não existir...


Então...
#PenseNisso #FaçaUmaReflexão

Giovana Cristina Schneider

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

OS ANIMAIS TEM PERCEPÇÃO AGUÇADA

"Uma boa atitude ao ver animais correndo é correr também, porque alguma coisa não está certa..." 



Brumadinho: por que animais sentiram antes o rompimento da barragem?.
06/02/2019
Antes mesmo de notarem qualquer sinal da avalanche de lama que estava a caminho, muitos sobreviventes da tragédia em Brumadinho (MG) contaram que repararam no comportamento estranho de cachorros, galinhas ou vacas. Os animais que estavam próximos à barragem da Vale serviram como um "alerta" do que iria ocorrer.
Há uma explicação para isso: os bichos, de fato, sentem antes eventos como o rompimento que devastou a região e matou 134 pessoas (até o fechamento deste texto) porque possuem sentidos mais aguçados --num nível que os humanos não possuem.
"A barragem não rompe de uma vez só. Ela tem movimentos anteriores ao rompimento completo. Esses movimentos geralmente emitem sons ou muito baixos ou infrassom, que é uma frequência abaixo do que o ouvido humano consegue ouvir", explica Carlos Alberts, professor de zoologia e comportamento animal da Unesp (Universidade Estadual Paulista)
Muitos animais conseguem ouvir ou sentir a vibração da terra Um caso chama a atenção. O sobrevivente da tragédia Lieuzo Luiz dos Santos estava acima da barragem e aparece no vídeo que mostra o exato rompimento da terra. Em entrevista à TV Globo, ele relatou não ter ouvido nenhum som anterior ao rompimento. A única coisa que notou foram gados correndo antes que o chão se abrisse.
Segundo Alberts, os animais podem ter sentido que a barragem iria se romper por diversos sentidos - tanto pelo som, causado pelo choque de moléculas dentro da barragem enquanto os rejeitos entravam em liquefação, ou pelo tato, das patas na terra, que pode ter apresentado pequenas movimentações próximas ao local e horário do rompimento que não foram notadas pelos humanos.
Já moradores do Córrego do Feijão dizem ter visto, antes de ouvir o tsunami de lama chegando, um comportamento estranho de cachorros e galinhas. Mais uma vez a audição e o tato também podem ter ajudado os animais a reconhecer o perigo.
Não temos essa percepção dos animais. Se vivêssemos na natureza o tempo todo, poderíamos perceber algumas dessas coisas "A galinha é uma ave, pode ter notado mudança do ar. As massas de ar são deslocadas quando a barragem é rompida. Também podem notar modificações de cheiro. Elas são muito sensíveis e dependem de perceber essas coisas para sobreviver", aponta o professor da Unesp..
Sentidos ajudam Esses sentidos aguçados, inclusive, podem ter ajudado alguns animais a escaparem da tragédia. Entre os sobreviventes, há relatos de famílias que acharam seus cachorros após voltarem à região onde estavam. "Muitos animais não conseguiram sobreviver, foi muito rápido. Mas alguns, que deveriam estar no caminho da lama, provavelmente escaparam por causa disso", afirma Carlos Alberts. O zoólogo cita animais que estavam próximos a rios e riachos como alguns que podem ter notado com antecedência alguma modificação no ambiente pela vibração da água. Para o especialista, os humanos podem confiar em animais para descobrirem se algum problema no ambiente está a caminho. 
Uma boa atitude ao ver animais correndo é correr também, porque alguma coisa não está certa "Os animais não erram, eles percebem antes da gente. A gente precisa ver ou estar muito perto, ouvir um som alto. Eles podem estar à distância", diz Alberts. "Existem fenômenos como tsunamis e outros eventos catastróficos mais raros que fazem os animais se movimentarem de forma estranha." Toda essa sensibilidade dos animais vem de anos de evolução dos bichos e da seleção natural..
"Eles estão geralmente em duas condições opostas: ou são presas ou são predadores. Em ambos os casos, a sobrevivência depende de eles descobrirem uns aos outros. Essas percepções são usadas normalmente para sobrevivência, mas em condições diferentes servem para indicar algo. Climatologistas, por exemplo, sabem que moscas agem diferente antes de chuvas. Os animais também notam outros correndo à distância, um estouro de boiada, e passam a correr também", diz o professor. Animais sentem terremotos.
Um dos exemplos dessa percepção de animais está no fato deles historicamente estarem ligados à previsão de terremotos, algo que os humanos ainda engatinham para fazer. Segundo o site oficial do governo norte-americano dedicado a esses fenômenos, a primeira referência a animais se comportando de forma estranha antes de um terremoto significante vem de 373 a.C., na Grécia, envolvendo ratos, cobras, doninhas e centípedes deixando suas casas para lugares seguros dias antes da destruição. O comportamento diferente dos animais pode variar de semanas a segundos no caso de terremotos. No geral, animais conseguem notar o terremoto segundos antes por serem capazes de sentir uma onda que parte da fonte do terremoto que não é perceptível para humanos. O tema da previsão de terremotos por animais ainda é pesquisado por cientistas e envolto em mistério.

Fonte:
 https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2019/02/06/brumadinho-por-que-animais-sentiram-antes-o-rompimento-da-barragem.htm

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Para uma Boa Reflexão


PERDE-SE DOS OUTROS 
 
Quando eu era pequeno, minha mãe sempre dizia – Não se perca de mim! – e eu nunca entendi o que ela queria dizer. Pensava que ela queria evitar que eu sumisse na multidão e tivesse que ser chamado pelo microfone atrás do palco, ou ainda que eu me afastasse um pouco e fosse criado por uma família de ciganos.


Quando eu era pequeno, minha mãe sempre dizia – Não se perca de mim! – e eu nunca entendi o que ela queria dizer. Pensava que ela queria evitar que eu sumisse na multidão e tivesse que ser chamado pelo microfone atrás do palco, ou ainda que eu me afastasse um pouco e fosse criado por uma família de ciganos. Minha avó dizia algo sobre isto, sobre ser criado por uma família de ciganos e isso também me encantava internamente.

Mais velhos, nós descobrimos que quando uma pessoa se perde, pode ser assustador, mas que mais pavoroso é a sensação de duas pessoas que se perdem, não na rua, ou no shopping, mas na vida. Dói, mas faz parte do amadurecer: limpar as folhas secas, que hoje só lembram vida, para que a vida real brote em nós. Todos os grandes sábios disseram isso. Sabedoria é a elegância nata diante da dor.

E assim doeu quando percebi que nem todos que nos amam nos fazem bem. E também doeu quando percebi que o ego pode matar a amizade. E doeu ainda mais quando senti que estava perdendo, por entre os dedos, gente que já amei e para quem me dediquei com toda a vontade e fé.
E a vida vai nos desmontando, remodelando, nos completando de alguma coisa, como uma criança criando formas na areia. Já amamos pessoas que não sentem mais a nossa falta, que não nos dirigem mais a voz, que não se dizem mais nossos.
Eu ando balançando o galho. Sem essa de nos prendermos às migalhas de relações falidas ou injustas, desde o princípio. Apagar, a gente não apaga ninguém. No máximo afasta-se a imagem, a lembrança rotineira de alguém com quem já dividimos amor, amizade, vida. Crescer dói, seja aqui, aí, ou numa família de ciganos.
Por Diego Engenho Novo 
Fonte: https://www.asomadetodosafetos.com/2018/10/perder-se-dos-outros.html

O Brilho dos Bilhões e a Sombra do Descaso: O Que Sobrou da Copa para o Brasileiro?

  A Copa do Mundo chegou ao fim para a Seleção Brasileira, deixando um rastro que vai muito além da eliminação em campo. O sentimento que ec...