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sábado, 30 de junho de 2018

ARROGÂNCIA DO SABER.



“O conhecimento serve para encantar as pessoas, não para humilhá-las.”
Mario Sergio Cortella
Mario Cortella disse tudo nesta pequena frase. Infelizmente encontramos muitos seres arrogantes por ai, e não precisamos disso, ou melhor, não precisamos conviver com certos tipos assim...a humildade é o caminho. Vejo em certas postagens, falo assim, pois atualmente temos as redes sociais e assim podemos interagir com centenas de pessoas ao mesmo tempo. Então, em certas postagens podemos conhecer pessoas que são "arrogantes do saber", basta você ir contra, que lá estão eles, que chamo de "seres intelectualizados", eles surgem para mostrar que sabem mais, que estudaram mais, que são mais, ou seja, são demasiadamente arrogantes. Tem um, que prefiro não citar o nome, mais que adora citar palavras difíceis em seus textos, e também achar que todos tem pensamentos facistas ou são facistas. Quando falo dele, penso assim: "Ser intelectual é falar difícil (rsrsrs)", tipo, falam apenas para demonstrar superioridade ou conhecimento, e não é só por palavras que se mede o intelecto de alguém. Na arrogância nada de ganha, pense nisso.
Pessoas realmente inteligentes são humildes, eu conheço algumas. 
Giovana Cristina Schneider 

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Dia da liberdade de Imprensa – 7 de junho


Etimologicamente, a palavra imprensa provém do latim imprimere, que significa “apertar sobre, pesar, gravar, marcar”, com o prefixo in-, “em, sobre”. Em virtude da impressão de livros, esta palavra começou a ser usada em referência a essa ação.
A liberdade de imprensa consiste na liberdade de expressão que é uma forma de manifestação da vontade do indivíduo, uma vez que a mesma não transgrida a Ética, ao mesmo tempo em que tem liberdade de vincular notícias e informações.
No Brasil, o início da história da imprensa foi em 1808 em virtude da corte real portuguesa, sendo que qualquer tipo de veiculação jornalística até então era proibida, fossem jornais, revistas, etc. Entretanto, o marco oficial da imprensa brasileira foi em 13 de maio de 1808, no Rio de Janeiro, com a criação da Impressão Régia, hoje, Imprensa Nacional.
O primeiro jornal publicado em território nacional foi a Gazeta do Rio de Janeiro que começou a circular em 10 de setembro do mesmo ano. Entretanto o primeiro jornal brasileiro, Correio Braziliense, foi lançado fora do Brasil pelo exilado Hipólito José da Costa.
O primeiro exemplar foi publicado em junho chegando 4 meses após no Rio de Janeiro, em virtude da censura do governo da época. Somente em 1820, jornais e revistas impressas pela Imprensa Régia tinham licença para circular. Em 1821, com o fim da proibição, surgiu o Diário do Rio de Janeiro.
Anos mais tarde, a imprensa foi alvo de censura durante a Ditadura do Estado Novo, sob Getúlio Vargas e, mais tarde, pelo golpe de 1964.
Durante o regime no Brasil, uma parte da imprensa sofria censura da ditadura e a outra parte resistia. Muitos jornais alternativos eram redigidos por jornalistas de movimento popular ou de orientação política de esquerda e surgiram na época com o intuito de denunciar abusos de tortura e violação dos direitos humanos. Artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque e Elis Regina tiveram as suas músicas censuradas pelo Regime Militar.
Após a redemocratização, ainda é possível verificar a presença da censura, seja para proteger um indivíduo seja por casos mais extremos como a persistência do patrimonialismo na cultura brasileira.
Fonte: http://www.ceuma.br/portal/dia-da-liberdade-de-imprensa-7-de-junho/


     Giovana Cristina Schneider