Seguidores

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Dia da liberdade de Imprensa – 7 de junho


Etimologicamente, a palavra imprensa provém do latim imprimere, que significa “apertar sobre, pesar, gravar, marcar”, com o prefixo in-, “em, sobre”. Em virtude da impressão de livros, esta palavra começou a ser usada em referência a essa ação.
A liberdade de imprensa consiste na liberdade de expressão que é uma forma de manifestação da vontade do indivíduo, uma vez que a mesma não transgrida a Ética, ao mesmo tempo em que tem liberdade de vincular notícias e informações.
No Brasil, o início da história da imprensa foi em 1808 em virtude da corte real portuguesa, sendo que qualquer tipo de veiculação jornalística até então era proibida, fossem jornais, revistas, etc. Entretanto, o marco oficial da imprensa brasileira foi em 13 de maio de 1808, no Rio de Janeiro, com a criação da Impressão Régia, hoje, Imprensa Nacional.
O primeiro jornal publicado em território nacional foi a Gazeta do Rio de Janeiro que começou a circular em 10 de setembro do mesmo ano. Entretanto o primeiro jornal brasileiro, Correio Braziliense, foi lançado fora do Brasil pelo exilado Hipólito José da Costa.
O primeiro exemplar foi publicado em junho chegando 4 meses após no Rio de Janeiro, em virtude da censura do governo da época. Somente em 1820, jornais e revistas impressas pela Imprensa Régia tinham licença para circular. Em 1821, com o fim da proibição, surgiu o Diário do Rio de Janeiro.
Anos mais tarde, a imprensa foi alvo de censura durante a Ditadura do Estado Novo, sob Getúlio Vargas e, mais tarde, pelo golpe de 1964.
Durante o regime no Brasil, uma parte da imprensa sofria censura da ditadura e a outra parte resistia. Muitos jornais alternativos eram redigidos por jornalistas de movimento popular ou de orientação política de esquerda e surgiram na época com o intuito de denunciar abusos de tortura e violação dos direitos humanos. Artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque e Elis Regina tiveram as suas músicas censuradas pelo Regime Militar.
Após a redemocratização, ainda é possível verificar a presença da censura, seja para proteger um indivíduo seja por casos mais extremos como a persistência do patrimonialismo na cultura brasileira.
Fonte: http://www.ceuma.br/portal/dia-da-liberdade-de-imprensa-7-de-junho/


     Giovana Cristina Schneider 

quinta-feira, 5 de abril de 2018

CRÔNICA


TÊNIS OU FRESCOBOL


Depois de muito meditar sobre o assunto, conclui que os casamentos são de dois tipos: há casamentos do tipo tênis e do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche , com a qual concordo inteiramente. Dizia ele : _”Ao pensar sobre a possibilidade de casamento, cada um deveria fazer a seguinte pergunta : Crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice ?” Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.
Nos contos das “Mil e uma noites”, Sherazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam com a morte, como no filme “O Império dos sentidos”. Por isso, quando o sexo já está estava morto na cama, e o amor não mais podia dizer através dele, Sherazade o ressuscitava pela magia da palavra. Começava com uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade; é o amor que ressuscita sempre depois de morrer. Há carinhos que se fazem com o corpo e carinhos que se fazem com as palavras. Não é ficar repetindo o tempo todo “eu te amo, eu te amo “.
O tênis é um jogo feroz. Seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva que indica seu objetivo sádico, que é cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro.
O frescobol se parece muito com o tênis : dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la e não há ninguém derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir…
E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos. A bola são as nossas fantasias, irrealidade, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho para lá , sonho para cá. Sonho para lá, sonho para cá…
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. O jogo de tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo como bolha de sabão. O que busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui , quem ganha, sempre perde.
Já no frescobol é diferente. O sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois sabe-se que, se é sonho é coisa delicada, do coração. Assim cresce o amor. Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então, que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…

Rubem Alves

terça-feira, 13 de março de 2018

A LENDA DO 13



A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar. O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco.

Como surgiu a lenda de que sexta-feira 13 é um dia de azar?
Não se sabe ao certo, mas a origem mais conhecida está no cristianismo. Jesus Cristo teria sido crucificado numa sexta-feira logo após celebrar uma ceia que juntava 13 participantes - ele e os doze apóstolos. Ainda que não haja provas, há indícios também de que a crucificação teria acontecido em uma sexta-feira 13. Mas há outras possíveis versões.
Em 1307, o então rei da França Felipe IV, sentia-se ameaçado pelo poder da igreja dentro de seu país. Como estratégia, ele tentou se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, mas não deu certo. A corporação recusou a entrada do monarca, que ficou extremamente furioso com a recusa. Para se vingar, o rei teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
Outra possibilidade é a de que a maldição da sexta-feira 13 esteja ligada ao processo de cristianização dos povos bárbaros no início do período medieval, quando eles invadiram a Europa. Antes de serem cristãos, os bárbaros eram politeístas e tinham grande adoração por Friga, deusa do amor e da beleza. Uma das estratégias da Igreja Católica para que o processo de conversão fosse bem sucedido, foi demonizar Friga como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com o demônio e onze feiticeiras para rogar pragas contra a humanidade. #tenso
Também é possível que tudo tenha surgido na mitologia. Uma história de origem nórdica conta sobre um grande banquete, em que o deus Odin convocou uma reunião de outras doze grandes divindades. Loki, o deus da discórdia e do fogo, ficou furioso por não ter sido convidado e provocou uma mega confusão na tal reunião, que resultou na morte de uma das mais belas divindades conhecidas, Balder. A moral da história era que um encontro com 13 pessoas sempre termina em tragédia.
E você, acredita que a sexta-feira 13 é de fato um dia maldito ou é uma data como outra qualquer? Acreditando ou não, preparamos uma lista especial com algumas curiosidades sobre a data e sobre o número 13. Veja:
- Qualquer mês que começar em um domingo, terá uma sexta-feira 13. E existe pelo menos uma por ano.
- Vários centros de adoção de animais não doam gatos pretos em dias próximos a sexta-feira 13, semana santa e dia das bruxas para evitar possíveis rituais de sacrifício.
- Parasquavedequatriafobia é o medo de sexta-feira 13.
- Na Itália, o dia do azar é a sexta-feira 17. Já em alguns países de língua hispânica e na Grécia, a terça-feira 13 é um dia de má sorte.
- Vários restaurantes em Paris possuem um serviço peculiar chamado "convidado profissional número 14", para não deixar ninguém com 13 pessoas à mesa.
Fonte: Net 

Giovana Cristina Schneider 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

QUARESMA

Quaresma 2018. De:
quarta-feira
 , 
14 de fevereiro
Até:
quinta-feira
 , 
29 de março



Cinzas marcam início da Quaresma

 A celebração da Quarta-feira de Cinzas assinala, para os católicos de todo o mundo, o início da Quaresma, período de preparação para a Páscoa com a duração de 40 dias, marcado pelo jejum, o apelo à partilha e à penitência.

Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.
A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.
O termo Quaresma deriva do latim "quadragesima dies", ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa hoje, Quarta-feira de Cinzas, e termina na missa "in Coena Domini" (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.
O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado "Domingo de Ramos", "de passione Domini". Desse modo, reduzindo o tempo "de passione" aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Santa conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.
Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.
Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.
Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm. Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do "Glória" e do "Aleluia" na celebração da Missa.
Espiritualidade
A penitência pública ao longo da Quaresma caiu em desuso, mas ficou no espírito dos fiéis a necessidade de se prepararem ao longo de 40 dias de penitência para as festas pascais. Por sua vez, o catecumenado que, durante séculos, teve na Quaresma a fase de preparação próxima para os sacramentos da iniciação cristã na Vigília Pascal, também caiu em desuso (excepto nas missões ad gentes), mas foi restaurado pelo Concílio Vaticano II, dado o número crescente de baptismos de adultos.
Assim, a "eleição" dos catecúmenos para a fase da "iluminação" passou a fazer-se no I Domingo da Quaresma, entrando os "eleitos" em clima de retiro, marcado nas últimas semanas pelos "escrutínios" com as "tradições" (entregas) do Símbolo da Fé (Credo) e da Oração Dominical (Pai-Nosso), que eles acabam por fazer seus, proclamando-os (reditio) nos últimos escrutínios. Haja ou não catecúmenos, os fiéis de cada comunidade são convidados a viver a Quaresma em espírito catecumenal, preparando- se para a "renovação das promessas do Baptismo" na Vigília Pascal.
Tempo penitencial
A Quaresma é um tempo forte de penitência. A atitude espiritual expressa por esta palavra, tantas vezes na boca dos profetas e de Jesus Cristo, é uma atitude complexa e muito rica, suscitada pela consciência do pecado. Começa por ser arrependimento pelo mal praticado e sincera dor do pecado; logicamente leva ao desejo de expiação e de reparação, para repor a justiça lesada, e de reconciliação com Deus e com os irmãos ofendidos; chega finalmente à emenda de vida e mais ainda à conversão cristã, que é muito mais que uma conversão moral, para ser uma passagem à fé e à caridade sobrenaturais, com tudo o que implica de mudança de mentalidade, sensibilidade e maneira de amar, que passam a ser as próprias dos que pela graça se tornaram verdadeiros filhos de Deus.
Disciplina canónica
Para assegurar expressão comunitária à prática penitencial, sobretudo no tempo da Quaresma, a Igreja mantém o jejum e a abstinência tradicionais. Embora estas duas práticas digam hoje pouco à sensibilidade dos fiéis, mantêm-se em vigor, com variantes de país para país.
Entre nós (Normas da CEP aprovadas na Ass. Plen. de Jul.1984), são dias de jejum para os fiéis dos 18 aos 59 anos (a menos de dispensa, por doença ou outra causa) a Quarta- Feira de Cinzas e a Sexta-Feira Santa (convidando a liturgia a prolongar o jejum deste dia ao longo de Sábado Santo). E são dias de abstinência de carnes, para os fiéis depois dos 14 anos (embora seja bom que a iniciação nesta prática se faça mais cedo), as Sextas-feiras do ano (a menos que cesse a obrigação pela coincidência com festa de preceito ou solenidade litúrgica), com possibilidade de substituição por outras práticas de ascese, esmola (caridade) ou piedade, embora seja aconselhado manter a prática tradicional nas sextas-feiras da Quaresma.
No que respeita à esmola, ela deve ser proporcional às posses de cada um e significar verdadeira renúncia, podendo revestir-se da forma de "contributo penitencial" (e, como já entrou nos hábitos diocesanos, de "renúncia quaresmal") com destino indicado pelo Bispo.
Fonte: D. Manuel Falcão, "Enciclopédia Católica Popular"



Preste Atenção.. Vem Aí o Período de Quaresma.. Para os que vão ficar 40 dias Sem Beber.. Comer Chocolate, Sem Refrigerante, Sem fumar, sem fofocar e Etc... de nada adianta isso Para Ser Uma Pessoa Melhor...
Aí Vai a Lição do Papa Francisco:
Para a Quaresma o Papa Francisco propõe 15 simples atos de caridade que ele mencionou como manifestações concretas de amor: 
*1. Sorrir, um cristão é sempre alegre!
*2. Agradecer (embora não “precise” fazê-lo).
*3. Lembrar ao outro o quanto você o ama.
*4. Cumprimentar com alegria as pessoas que você vê todos os dias.
*5. Ouvir a história do outro, sem julgamento, com amor.
*6. Parar para ajudar. Estar atento a quem precisa de você.
*7. Animar a alguém.
*8. Reconhecer os sucessos e qualidades do outro.
*9. Separar o que você não usa e dar a quem precisa.
*10. Ajudar a alguém para que ele possa descansar.
*11. Corrigir com amor; não calar por medo.
*12. Ter delicadezas com os que estão perto de você.
*13. Limpar o que sujou, em casa.
*14. Ajudar os outros a superar os obstáculos.
*15. Telefonar ou Visitar + Seus Pais.
O MELHOR JEJUM
• Jejum de palavras negativas e dizer palavras bondosas.
• Jejum de descontentamento e encher-se de gratidão.
• Jejum de raiva e encher-se com mansidão e paciência.
• Jejum de pessimismo e encher-se de esperança e otimismo.
•Jejum de preocupações e encher-se de confiança em Deus.
• Jejum de queixas e encher-se com as coisas simples da vida.
• Jejum de tensões e encher-se com orações.
• Jejum de amargura e tristeza e encher o coração de alegria.
• Jejum de egoísmo e encher-se com compaixão pelos outros.
• Jejum de falta de perdão e encher-se de reconciliação.
• Jejum de palavras e encher-se de silêncio para ouvir os outros... 



Vamos fazer um verdadeiro jejum...
Seja uma pessoa melhor...
Com sentimentos bons...
A vida agradece...

Giovana Cristina Schneider 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

CARNAVAL NO MUNDO

COMO É COMEMORADO...

Brasil:
Em meados do século XVII, chega ao Brasil o carnaval, que teve influências das festas carnavalescas da Europa.
 O Carnaval no Brasil é a maior festa popular do país e a mais esperada
também. A festa acontece durante quatro dias (que precedem a quarta–feira de cinzas).
Além do Brasil outros países também comemoram esta festa.
Veja abaixo:
França:
O Carnaval de Paris é um evento cultural, que ocorre depois da Fête des Fous e tem sido um dos principais festivais da Europa desde o século XVI.
Reino Unido:
No carnaval britânico é comemorado o Shroveitide (Shrive significa confessar ‘pecados’).
 Estados Unidos:
O carnaval nos Estados Unidos resume-se basicamente à celebração do Mardi Grass (Terça-Feira Gorda), vários estados celebram o carnaval, porém o estado mais tradicional é de New Orleans. Neste estado, durante a celebração, desfilam pelas ruas da cidade mais de 50 grupos, dentre eles o mais famoso é o Bacchus (que possui gigantescos e originais carros alegóricos).
 Alemanha:
Na Alemanha a celebração do carnaval acontece tanto nos grandes centros urbanos, quanto na Floresta Negra e nos Alpes. Na cidade de Bonn acontece a festa mais tradicional, onde  acontecem desfiles com pessoas fantasiadas de diferentes épocas e as pessoas usam máscaras para esconder seus rostos, pois o diabo fica solto.
 Veneza:
O carnaval Veneziano, por muito tempo, se destacou como um dos mais fortes e alegres do mundo. Aconteciam bailes e festas nas praças e ruas da cidade, mas com o passar do tempo o carnaval de Veneza foi enfraquecendo e  quase extinguiu-se. O Carnaval de Veneza, atualmente tem muita fama e está ligado a atividades culturais.
Portugal:
O Carnaval Português sempre teve características diferentes dos outros países da Europa, sendo reconhecido até mesmo como uma festa cujas principais características eram a porcaria e a violência. Este carnaval foi exportado para as antigas colônias e em especial para o Brasil (por volta de 1723).
Nessa época, o carnaval era diferente dos dias de hoje que imita o Carnaval do Rio de Janeiro; as pessoas mascaravam-se, pregavam partidas e, muitas vezes, lançavam das varandas objetos, como saquinhos de areia, ovos, farinha e outras coisas, tornando-se uma verdadeira batalha de loucura e alvoroço.
Cada terra tinha seu Rei Momo e a sua rainha. A Corte era composta por vários ministros, que surgiam constantemente bêbados e imensas “Matrafonas” que são homens vestidos de mulher ou disfarçados de forma ridícula.
Para acompanhar ou animar o desfile, havia Zes-pereiras, que tocavam bombo, juntamente com as tropas – fandangas.
Os Carnavais de hoje com maior tradição são os de: Ovar, Torres Vedras, Alcobaça, Loulé e Madeira.
  ALEMANHA
Carnaval da Alemanha tem uma longa tradição carnavalesca.Na Alemanha o Carnaval é uma parte muito alegre mas ansiosa. Embora diferente do carnaval celebrado latino-americano, por exemplo. Porém com o mesmo espírito de escape das realidades do cotidiano, o carnaval Alemão é chamado de Karneval. Cada dia do carnaval, de quinta-feira à quarta-feira de cinzas, há comemorações, sendo os dias principais a quinta-feira (Weiberfastnacht) o ápice na segunda-feira (Rosenmontag). Também é especial a terça-feira (Faschingdienstag) e a quarta-feira de cinzas (Aschermittwoch), data que encerra o carnaval.

Na região do Reno (Rheinland), é dito que o Carnaval inicia-se às 11:11 do dia 11 de novembro e só acaba à meia noite da quarta-feira de cinzas (Aschermittwoch). Lá as escolas tem férias durante toda a semana de carnaval, e as instituições do governo não trabalham na segunda-feira (Rosenmontag).

Na cidade de Colônia (Köln), no centro-oeste da Alemanha, e suas redondezas, o Carnaval possui carros alegóricos, marchinhas de carnaval e todas as pessoas usam fantasias, independentemente de estarem ou não em uma "escola de carnaval". A grande diferença é que o Carnaval alemão é no inverno, o que faz com que as fantasias tenham que aquecer os foliões, e são distribuídos doces e balas pelos foliões. Outras cidades com um carnaval imponente são Düsseldorf, Bonn, Aachen e Mainz.

Na Alemanha também comemora a Oktoberfest, com muitas bebedeiras, inclusive a origem do carnaval da Europa é semelhante as festas para o deus romano Baco, até hoje o Carnaval, vem com muitas bebedeiras semelhantes. Comemora-se nos dias 7,8,9,10,11,12 de março


Veja também: 

http://www.dw.com/pt-br/carnaval-na-alemanha/g-17463006

http://www.dw.com/pt-br/trump-vira-piada-no-carnaval-alem%C3%A3o/g-37734444

https://www.comparaonline.com.br/blog/seguros/seguro-viagem/2016/02/carnaval-mundo-veja-como-ele-e-comemorado-em-outros-paises/



Sempre é bom saber o que acontece por ai... 
Giovana Cristina Schneider 

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

SAUDADES

E Por Falar Em #SAUDADE...

Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colônia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações.
Uma visão mais especificista aponta que o termo saudade advém de solicitude e saudar, onde quem sofre é o que fica a esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
Palavra única em português:
Existe o mito de que a palavra 'saudade' só existe na língua portuguesa e como tal não pode ser traduzida corretamente. De fato, o sentimento de saudade não tem significação específica em outras línguas.
A empresa britânica Today Translations promoveu uma listagem das palavras mais difíceis de traduzir adequadamente, onde "Saudade" granjeou o sétimo lugar.
A palavra que mais se assemelha é "Hiraeth" do galês e é a única com uma conotação textualmente semelhante.
Todas as outras tem uma falha na sua acepção. Duas das mais próximas:
*em romeno, a palavra ''dor'' (do latin ''dolus'', dor)
*em alemão, é que há uma tradução quase correta, a palavra divide-se entre "Sehnsucht" e "Wehmut".
*em polaco a apalavra "tęsknota" é muito parecida mas falha por só ser aplicada a pessoas apaixonadas.
No Inglês, a palavra mais próxima a saudade é "longing" mas esta também pode conotar desejo, "yearning" possui o mesmo problema logo não há uma correspondência perfeita. A língua espanhola tem o mesmo problema já que a palavra mais próxima é "añoranza", que significa "Nostalgia".
Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. “Saudade”, só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim “solitas, solitatis” (solidão), na forma arcaica de “soedade, soidade e suidade” e sob influência de “saúde” e “saudar”.
Saudade é ausência, é o sentimento de vazio que fica daquilo que se foi. Mas às vezes, a saudade é um vazio tão grande que ocupa muito espaço dentro do coração, e aperta tanto o peito que acaba transbordando e escorrendo pelos olhos. 
Fonte: Net 

Giovana Cristina Schneider

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

PEQUENOS GESTOS




''O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. resgata. Reconhece. Salva. Inclui." 

Do livro: A vida que ninguém vê , de Eliane Brum


"Nos pequenos gestos, ficam as melhores lembranças."


"Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, não importa quem, como gostaríamos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.
Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no coração, nem que seja pelo tempo de um abraço.
Às vezes, é apenas isso que um desconhecido precisa de nós. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreensão.
Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma."

"Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios..."

Então, peguei algumas citações na internet de Pequenos Gestos.
Como os pequenos gestos só fazem bem, infelizmente muitas pessoas tem esquecido, de como é Bom ser Bom...como ser Gentil faz bem ao coração. 
Precisamos nos contagiar com a GENTILEZA no dia a dia.
Giovana Cristina Schneider