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quarta-feira, 31 de julho de 2013

BONECA DE PANO ... MOMENTO NOSTALGIA.


Esta boneca de pano feito a mão, ganhei da minha avó Catharina W. Schneider na minha infância.



Não lembro a minha idade quando ganhei, sempre
cuidei desta boneca com carinho.
Outro dia procurando alguma coisa, deparei com ela e, 
voltei ao tempo ...
Minha avó não foi a melhor mas, o que na época não tive 
como entendimento, hoje consigo enxergar ...
Este gesto de fazer esta boneca e me presentear, foi uma 
forma de demonstrar o seu carinho ...
Esta boneca faz parte da minha vida, já brinquei muito com
ela e mesmo assim não tem nenhum rasgadinho, só está 
um pouco amarelada pelo tempo ...
Muito tempo se passou, e comigo a boneca de pano 
sempre continuou.

"Uma boneca de pano, que agora pensando, 
nunca coloquei um nome. Bom, de nome não 
precisava, ela sempre foi a boneca ...  
A minha boneca de pano."



GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sexta-feira, 26 de julho de 2013

PAPA FRANCISCO


Francisco é o 266º papa da história da Igreja Católica.



Nascido em Buenos Aires, capital da Argentina, em 17 de dezembro de 1936, Jorge Mario Bergoglio estudou Farmácia em sua adolescência antes de despertar sua vocação para a vida religiosa. Cursou o seminário em Villa Devoto e entrou para a Companhia de Jesus aos 19 anos de idade. Estudou Teologia e Filosofia na Universidade de San Miguel simultaneamente à sua ordenação como padre.
Jorge Mario Bergoglio dividiu seu tempo entre vida religiosa e acadêmica. Foi reitor da Faculdade de San Miguel por seis anos e recebeu o título de Doutor na Alemanha. Em 1992, foi nomeado bispo. Em 1997, foi elevado a arcebispo e passou a chefiar a arquidiocese de Buenos Aires. Seu trabalho foi reconhecido pelo Papa João Paulo II que o nomeou cardeal em 2001.

O Cardeal Jorge Mario Bergoglio foi membro da Congregação para o Culto Divino e para a Disciplina dos Sacramentos, membro da Congregação para o Clero e da Congregação para os Institutos da Vida Consagrada e das Sociedades da Vida Apostólica e foi membro também do Conselho Pontifício para a Família e da Comissão Pontifícia para a América Latina.
A atuação religiosa de Jorge Mario Bergoglio em sua terra natal caracterizou-se por posicionamentos conservadores e radicais. Durante a ditadura militar argentina, a Igreja Católica foi criticada por não fazer oposição ao regime autoritário e não se manifestar sobre os sequestros e desaparecimentos de adversários políticos. Jorge Mario Bergoglio é processado desde 2005 pelo suposto envolvimento com o sequestro de dois missionários jesuítas e de uma criança em 1976. Mais tarde, durante o governo dos Kirchner, Bergoglio chegou a ser considerado o principal opositor. Em função das desavenças, ele e Nestor romperam definitivamente. Cristina Kirchner, por sua vez, tentou uma aproximação quando o marido faleceu, mas houve um grande desentendimento com Bergoglio em 2010, quando a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a legalizar o casamento entre homossexuais. Na ocasião, o cardeal declarou que a medida era um ataque destrutivo aos planos de Deus e que a adoção de crianças por casais homossexuais era uma maneira de discriminá-las. A presidente Cristina Kirchner retrucou dizendo que as lideranças religiosas ainda vivem na Idade Média. Jorge Mario Bergoglio é considerado um conservador ortodoxo em assuntos como aborto, sexualidade, casamento homossexual e uso de métodos contraceptivos. Por outro lado, é um intenso defensor de ajuda aos pobres e costuma apoiar programas sociais e contestar políticas de livre mercado.
Jorge Mario Bergoglio foi eleito papa pelo conclave no dia 13 de março de 2013 para ser o sucessor do Papa Bento XVI, que renunciou ao cargo no dia 28 de fevereiro. O cardeal argentino já era cotado para assumir o papado em 2005, no conclave que elegeu o cardeal Joseph Ratzinger, mas sua posse foi prorrogada. Em 2013, ele se tornou o primeiro papa latino-americano da história da Igreja Católica, assumindo o nome de Papa Francisco (será chamado de Francisco I apenas quando existir Francisco II, segundo o Vaticano).

O Papa Francisco assume a Igreja Católica em meio a muitos escândalos de pedofilia e de administração do Vaticano. Seu maior desafio é reverter a queda no número de fieis ao catolicismo. O novo papa é natural do continente com maior número de católicos no mundo, que, no entanto, já registra também uma diminuição acentuada no número de fieis. Parece, contudo, que o Papa Francisco não oferecerá nenhuma mudança em relação às posturas mais conservadoras da Igreja Católica, motivo pelo qual alguns críticos a consideram uma instituição ultrapassada. Mas a devoção que apresenta por São Francisco de Assis deixa a esperança de que atue mais efetivamente no combate a pobreza.
(Fonte:InfoEscola)

MAIS ... 


7 diferenças...

1. Mudou o trono dourado por uma cadeira de madeira ... algo mais apropriado para o discípulo de um carpinteiro.
2.. Ele não aceitou a estola vermelha bordada a ouro roubada do herdeiro do Império Romano, ou a capa vermelha ...
3. Usa mesmos sapatos pretos velhos, não pediu o vermelho clássico.
4. Usa a mesma cruz de metal, nenhuma de rubis e diamantes.
5. Seu anel papal é de prata, não de ouro.
6. Usa sob a batina as mesmas calças pretas, para lembrar-se de que é apenas um sacerdote. Você já descobriu a sétima diferença?

(Retirou o tapete vermelho ... parece que não se interessa tanto pela fama e aplausos ...)
é Argentino, mais tenho que bater palma pra ele....






Que assim seja ...
Apesar das aparentes diferenças, estamos unidos na FÉ em DEUS e no AMOR ao próximo. Que o respeito entre os homens se mostre possível ... Não importa a sua CRENÇA, o que importa é o nosso respeito SEMPRE.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER



terça-feira, 23 de julho de 2013

O ESTADO DO VATICANO.


Muitos católicos sonham  em conhecer o Vaticano, a sede da igreja católica, o lugar onde vive o Santíssimo Padre. O que muitos desses católicos não sabem é como se dá a criação do Estado do Vaticano e como funcionam suas leis como um país independente pertencente à igreja e governado pelo Papa.
O Vaticano está localizado dentro da Itália, mais precisamente em Roma. Um dos menores países do mundo, com apenas 0,44 km², tem um governo diferenciado de todos os outros. Tem suas próprias leis, moeda, serviços públicos, porém seu regime é incomum. Governado pelo Papa, o país é uma espécie de monarquia por eleição, e não hereditária, já que o Santo Padre é eleito pelo colégio de Cardeais.
Pertencem ao Papa os poderes executivo, legislativo e judiciário. O Estado é o menor do mundo também em número de população, com pouco mais de 800 habitantes, incluindo os membros da Santa Sé e poucos cidadãos comuns.

São de direito do Estado do Vaticano alguns monumentos espalhados pela cidade de Roma, fora do território do Estado, mas governados pelo Papa, como Castel Gandolfo (a residência de Verão do Papa) e as Basílicas maiores de Santa Maria Maior, de São João de Latrão e de São Paulo Extramuros. 




A língua oficial do país é o latim, embora seja mais utilizada em documentos oficiais, sendo falado mesmo no dia-a-dia o idioma italiano. A economia do país é formada por donativos do mundo inteiro, enviados por toda a igreja e por voluntários, além de suas receitas turísticas.
O país é um exemplo da força da religião católica no mundo e do reconhecimento de Deus e dos homens ao Santo Padre e ao catolicismo. Veja como foi esse reconhecimento ao longo da história.


A Criação do Estado do Vaticano

Desde o primeiro Papa da história a residência papal ficava em Roma, cidade onde morreu São Pedro, fundador da igreja católica. No ano de 756 o imperador Pepino deu ao Santo Padre um território no centro de Roma, o que hoje é o Vaticano. Na época, o território que era pertencente ao Império Romano já havia se tornado a sede da igreja católica.

A área era ainda desabitada e tinha o nome de Ager Vaticanus. No local ficava um circo construído pelo imperador Calígula no ano 40 e terminada por Nero, sendo chamado de Circo de Nero.
Após o incêndio de Roma o local se tornou de martírio para muitos cristãos. Teria sido nesse circo que São Pedro foi morto e posteriormente enterrado em um cemitério em frente. No local do tumulo foi construída, em 326, a primeira igreja, a Basílica de Constantino.  Por volta do ano 500 foi erguido um palácio próximo à basílica.
A sede permaneceu assim até 1870, quando iniciou o episódio que ficou conhecido como Questão Romana, com a entrada do rei Vítor Emanuel II para incorporar Roma ao território do Reino de Itália.
Em 1871, Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao então Papa Pio IX uma indenização e 
o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja. O Papa recusou o acordo e se declarou prisioneiro do poder laico, enclausurando-se nos muros do Vaticano.

Apenas em 1929 se deu a criação definitiva do Estado do Vaticano, durante a ditadura de Benito Mussolini. O ditador fez a mesma proposta de Emanuel II ao então Papa Pio XI, que aceitou a independência do Estado e o total poder sobre o novo país. Em 11 de fevereiro deste ano o Tratado de Latrão foi assinado por Mussolini e pelo cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé.


O Tratado formalizou a existência do Vaticano como Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do Papa, e os privilégios de extraterritorialidade dos outros monumentos espalhados por Roma. A Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália. Mussolini também deu ao Vaticano uma indenização financeira pelo território durante a unificação.


O Vaticano hoje

O Vaticano possui entre suas construções algumas principais. A Basílica de São Pedro, construída em cima do tumulo do apóstolo, iniciada em 1506 e terminada em seu formato atual em 1626, com espaço para abrigar 60 mil peregrinos, é onde o Papa realiza a maioria de suas celebrações. Em frente à Basílica fica a Praça de São Pedro, desenhada no século XVII, com um obelisco central egípcio de 40 metros de altura. Está no lugar atual desde 1585 com um dos pedaços originais da cruz de Jesus Cristo. 

O Estado é urbano e não tem a exploração de recursos naturais. Metade do território é reservado ao espaço aberto, incluindo os Jardins do Vaticano. A infraestrutura do país conta com linhas ferroviárias, heliporto, correios, estação de rádio, quartéis militares, palácios e gabinetes governamentais, instituições de ensino superior, cultural e de arte, e algumas Embaixadas.
Em fevereiro de 2001 o Papa João Paulo II promulgou uma nova constituição, modificando algumas leis que já não eram usadas ao longo dos anos desde o tratado de 1929 e assegurando outras, fazendo alterações para a melhoria e adequação da vida no país.
Fonte:CAMINHOS SAGRADOS TURISMO



Em apenas quatro meses de pontificado, o Papa Francisco já promoveu mudanças no Istituto per Opere di Religione (IOR), mais conhecido como o Banco do Vaticano, que apontam para uma maior transparência da instituição. Mas a tarefa do Sumo Sacerdote
 de moralizar a instituição está longe de ser o Paraíso na Terra.

Uma das primeiras medidas do pontífice foi nomear, em meados de junho, um novo prelado para supervisionar as atividades do Banco do Vaticano – o monsenhor Battista Mario Salvatore Ricca. Trata-se de um cargo que estava vago desde 2011.
Entre suas funções, está a de reportar as atividades do banco a uma comissão de cinco cardeais. Para isso, Ricca terá acesso a todas as informações da instituição, um feito e tanto, quando se considera que o Banco do Vaticano é considerado uma verdadeira “caixa-preta” da Igreja Católica.


  Transparência

Outra decisão do Papa Francisco foi nomear, em meados de junho, uma comissão de 
cinco membros para investigar as atividades do banco e reportá-las diretamente a ele, acrescentando sugestões de reforma.


O SABER NUNCA É DEMAIS, ENTÃO UM ( PEQUENO RESUMO ) DO QUE É O ESTADO DO VATICANO.

"Apesar das aparentes diferenças, estamos unidos na FÉ em DEUS e no AMOR ao próximo. Que o respeito entre os homens se mostre possível ... Não importa a sua CRENÇA, o que importa é o nosso respeito SEMPRE."

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sexta-feira, 19 de julho de 2013

PARA UMA BOA REFLEXÃO ...



O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. 



Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... 
É problema deles.

ACHEI MUITO INTERESSANTE, ENTÃO RESOLVI COMPARTILHAR ...

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sábado, 13 de julho de 2013

ROCK ...


Estilo musical mais popular no mundo ocidental, o Rock ou Rock and Roll surgiu e se firmou no sul dos Estados Unidos durante a década de 50, tendo rapidamente se espalhado por todo o mundo. Embora no início da história do Rock, o instrumento principal fosse o saxofone, hoje em dia os instrumentos musicais mais utilizados são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria e o teclado. 



Década de 50

O Rock surgiu na década de 50 através da mistura de três gêneros musicais: Blues, Country e Jazz. Assim, surgiu o Classic Rock, uma mistura de vários gêneros musicais. Nesse período do Classic Rock surgiu Elvis Presley, considerado por muitos como o “o rei do rock”.

Década de 60

Tal período foi o mais popular e prolífero do Rock. A combinação do movimento antiguerra e o crescimento do uso de drogas registrado na época originou o pensamento da década. Bandas famosíssimas como Beatles, Rolling Stones, The Doors e Pink Floyd surgiram. Foi neste período que surgiu o famoso lema: “Sexo, drogas e Rock’n’Roll.”

Década de 70

Nesta fase, a “agressividade” do Rock dos anos 60 havia se esfriado um pouco, proporcionando o retorno de um estilo mais direto e primitivo. Foi na década de 70 que surgiu o Punkrock, o conceito do “faça você mesmo” tomou conta do mundo inteiro através das bandas The Ramones, Iggy Pop & The Stooges e Sex Pistols. Além destes, outros lendários grupos musicais surgiram neste período: Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, KISS e Aerosmith, por exemplo.

Década de 80

Foi marcada pelo peso, atitude e a comercialização. Na questão do peso, surgiu o Heavy Metal, representado por bandas como Iron Maiden e Judas Priest. Além disso, nos anos 80 surgiu o Alternative Rock, gênero musical criado pelas bandas undergrounds que não tinham apoio das grandes gravadoras e que passaram a lançar seus discos de forma independente.

Década de 90

Sem dúvida, foi a época do hard rock, liderado pela banda Guns N'Roses (para se ter uma ideia, o estoque dos discos da banda não duravam nem 24 horas nas lojas). Também foi na década de 90 que surgiu o “grunge”, estilo que tem como características musicais o menor cuidado na polidez do som (grunge tem um significado próximo a "sujo" na língua inglesa) e a criação de letras relacionadas com a depressão e a angústia. Algumas importantes bandas desta fase: U2, Pearl Jam, Nirvana, Foo Fighters, Red Hot Chili Peppers, Dream Theater, Coldplay, Blink-182 e Green Day.

Cenário atual

No início do século atual, o Rock começou a perder grande parte de seu espaço para o Pop. Contudo, uma nova vertente do estilo, a qual relaciona o rock com a diversidade da música surgiu. Assim, se tornou um elemento crucial para os rockeiros do século XXI a aceitação da heterogeneidade e a exaltação de toda a história do rock.


FONTE:  BRASIL ESCOLA


O dia 13 de Julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quinta-feira, 11 de julho de 2013

ENTÃO ...



 ORIGEM DE UM BOM DIA.


O dia está lindo ...
Estando bem e com o coração leve ...
Só assim vamos admirar o lindo dia.




Estando bem, enxergamos SOL em dia NUBLADO ...
O lindo dia está dentro de NÓS.
Então ...
Quando enxergamos o dia lindo ...
Temos um bom dia.


AGRADEÇA ...
Agradeça sempre a Deus, por poder usufruir 
desta dádiva da natureza ...
POR MAIS UM DIA DE VIDA.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

terça-feira, 9 de julho de 2013

Benjamin Franklin



Cientista e diplomata americano

Benjamin Franklin (1706-1790) foi cientista, diplomata, escritor, jornalista, filósofo e servidor público norte-americano. Colaborou com a redação da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América. Investigou e interpretou o fenômeno elétrico da carga positiva e negativa, estudo que levou mais tarde à invenção do pára-raios. Fundou na Filadélfia uma academia que mais tarde se transformou na Universidade da Pensilvânia.



 Benjamin Franklin (1706-1790) nasceu em Boston, em 17 de janeiro. De origem humilde, aprendeu a ler sozinho, mas aos dez anos foi obrigado a deixar os estudos para trabalhar com o pai. Empregou-se depois na oficina gráfica do irmão e, aos 17 anos, mudou-se para Filadélfia, onde trabalhou como impressor, dedicando as horas de folga ao estudo das letras e das ciências. Em 1729 tornou-se proprietário de uma oficina gráfica e iniciou logo depois a publicação do jornal The Pennsylvania Gazette, que seria mais tarde o Saturday Evening Post.
Com o pseudônimo Richard Saunders, publicou no Poor Richard's Almanac, coletânea de anedotas e provérbios populares. Ambos tiveram grande êxito e deram renome ao editor. Vendiam-se tão bem que Franklin pode montar tipografias em outras das 13 colônias americanas. Aos 47 anos acumulara tamanha fortuna que retirou-se dos negócios. Criou em Filadélfia o corpo de bombeiros, fundou a primeira biblioteca circulante dos Estados Unidos e uma academia que mais tarde se transformou na Universidade da Pensilvânia. Organizou um clube de leituras e debates, que deu origem à Sociedade Americana de Filosofia, e ajudou a fundar o hospital do estado.
Nunca deixou de estudar. Aprendeu idiomas, tocava vários instrumentos e dedicava-se também às ciências. Suas obras sobre eletricidade, das quais a mais importante é Experiências e observações sobre eletricidade (1751), foi publicada nas colônias e na Europa. Inventou o pára-raios e criou termos técnicos que ainda hoje são usados, como bateria e condensador. Participou da assembléia da Pensilvânia e, no congresso de Albany (1754), apresentou um plano de união das colônias inglesas.
Em 1757 foi enviado à Grã-Bretanha para solucionar a disputa entre a assembléia da Pensilvânia e a coroa britânica. Lá permaneceu até 1762 e tornou-se conhecido pelo espírito conciliatório. Voltou a Londres em 1766, como embaixador extraordinário das colônias. Em março de 1775, convencido de que a guerra pela independência era iminente, retornou a Filadélfia. Designado delegado ao II Congresso Continental, fez parte, com Thomas Jefferson e Samuel Adams, do comitê que redigiu a declaração de independência (1776). Tentou inutilmente convencer os canadenses a entrarem na guerra como aliados das 13 colônias.
Ainda em 1776, partiu para a França, em busca de ajuda, e foi recebido como personalidade eminente nos círculos parisienses. Assinou o tratado de aliança entre os dois países e em 1783 assinou o tratado de paz com a Grã-Bretanha. De volta a Filadélfia em 1785, foi recebido com entusiasmo pelos concidadãos e eleito presidente da Pensilvânia. Foi um dos delegados da convenção que elaborou a constituição americana e tentou em vão abolir a escravatura.
As atividades intelectuais de Franklin abrangeram os mais variados ramos do conhecimento humano, das ciências naturais, educação e política às ciências humanas e artes. Escreveu numerosos ensaios, artigos e panfletos. Sua obra mais importante é a Autobiography, publicada postumamente (1791). Chamado pelos contemporâneos de "apóstolo dos tempos modernos", Franklin viveu os cinco últimos anos de vida retirado da vida pública, cercado de amigos. Morreu em 17 de abril de 1790 em Filadélfia.

Fonte: E-Biografias

Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia.
Benjamin Franklin

Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água.
Benjamin Franklin

Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo será sempre um irmão.
Benjamin Franklin

Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença.
Benjamin Franklin

O homem fraco teme a morte, o desgraçado chama-a; o valente procura-a. Só o sensato a espera.
Benjamin Franklin

"Se você não quer ser esquecido quando morrer, escreva coisas que valham a pena serem lidas ou faça coisas que valham a pena escrever a respeito."
Benjamin Franklin

BENJAMIN FRANKLIN 
Um grande homem ... Com uma grande sabedoria.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

segunda-feira, 8 de julho de 2013

PARA UMA BOA REFLEXÃO ...



MILHO DE PIPOCA


Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Em vez de sofrer pelas modificações que ainda não consegue, sinta-se grato pelas mudanças que já realizou.

Rubem Alves
(Do livro O Amor que Acende a Lua)


COM CARINHO MEUS QUERIDOS ...

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Brasil em 1968



A Passeata dos Cem Mil foi um dos pontos altos do cenário político e social brasileiro em 1968.



A década de 1960 é marcada por transições significativas no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, Robert Kennedy e Martin Luther King foram assassinados pela obra de forças de tom conservador. Na Tchecoslováquia, a “Primavera de Praga” colocava jovens em luta contra as exigências do socialismo nivelador e hegemônico imposto pela União Soviética. Entre os franceses, uma onda de protestos estudantis colocava fábricas em greve e questionava o tom conservador daqueles tempos.
Nessa mesma época, o Brasil vivia uma delicada transição política envolvendo a crise do populismo e a instalação de um regime ditatorial. Chegando ao poder no ano de 1964, os militares alegavam que o país era seriamente ameaçado por uma revolução que envolveria a ação de estudantes, movimentos sociais e sindicalistas influenciados pelo comunismo. Segundo o seu próprio discurso, os militares pretendiam salvaguardar a democracia por meio da sua “revolução”.
Em certo sentido, uma parte das classes militares acreditava que o golpe de 1964 deveria ter vida curta. Serviria como uma ação cirúrgica, capaz de em pouco tempo devolver o posto presidencial para as mãos dos civis. Por outro lado, outro grupo de militares, conhecidos como integrantes da chamada “linha dura”, desejavam o prolongamento do governo militar e uma ação de repressão mais sistemática contra os grupos de esquerda existentes.
Já nessa época, alguns militantes estudantis e outras lideranças de esquerda acreditavam que a via democrática e os partidos políticos não seriam capazes de ameaçar o governo militar. Desse modo, preferiram organizar guerrilhas rurais e urbanas que tentavam desestabilizar o regime através de assaltos, sequestros e ataques contra os possíveis representantes do regime. Naquele ano, a Vanguarda Popular Revolucionária realizou ataques contra um hospital e lançou explosivos contra um quartel do Exército.
No mês de março uma grande agitação estudantil tomou as ruas do Rio de Janeiro para protestar contra a qualidade de serviços prestados aos estudantes universitários. Durante a manifestação, o estudante Edson Luís, de apenas dezesseis anos, foi morto pelos militares. O evento chamou atenção dos veículos de comunicação e logo serviu para que as críticas ao regime se intensificassem. No velório do estudante, uma aglomeração com cinquenta mil pessoas expunha a desaprovação popular ao acontecido.
No dia 26 de junho, a Passeata dos Cem Mil, ocorrida no Rio de Janeiro, reuniu trabalhadores, políticos, artistas, professores, religiosos e estudantes decididos a questionar a repressão daqueles tempos. Apesar de ter um clima pacífico, essa passeata serviu de exemplo para que eventos de semelhante natureza acontecessem em outros pontos do país, intensificando o repúdio ao governo militar. Em São Paulo, estudantes esquerdistas da USP entraram em confronto contra os anticomunistas do Mackenzie.
Naquela mesma época, as autoridades militares conseguiram desarticular uma reunião clandestina da União Nacional dos Estudantes, acontecida na cidade paulista de Ibiuna. Aproximadamente 900 estudantes foram presos pela simples participação naquele evento político. Em alguns casos, os pais dos jovens evolvidos foram perseguidos ou exonerados de suas funções públicas.
No Congresso Nacional, o discurso crítico e irônico do deputado Márcio Moreira Alves, do MDB da Guanabara, deu uma feição institucional aos que se opunham a ingerência militar. Logo após o proferimento, o procurador-geral da República selecionou alguns trechos isolados do discurso e realizou cópias a serem distribuídas nos quartéis. A repercussão das palavras proferidas por Márcio Moreira serviu de pretexto para que as liberdades individuais fossem ainda mais restringidas.

O governo pediu ao Congresso uma autorização para processar o deputado e anular a sua liberdade parlamentar. Em votação, os congressistas negaram o pedido dos militares. Sentindo-se acuado, agora pelas vias políticas, o governo militar decidiu estabelecer o Ato Institucional nº 5. Pelo decreto, oficializado em 13 de dezembro, diversos direitos políticos e individuais foram suprimidos em prol do fortalecimento da repressão que marcou o governo militar.

Fonte:
Por Rainer Sousa

Mestre em História
Equipe Brasil Escola


Então,
A repressão imposta pelos militares resultou em prisões, torturas, mortes, desaparecidos e culminou com o AI-5 (Ato Institucional), que pois fim à liberdade de expressão dos jovens. 

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

Temos mais:

“Havia um ar estranho: a revolução inesperada arrastara o adversário, tudo era permitido, a felicidade coletiva era desenfreada.”    (Antonio Negri) 


terça-feira, 2 de julho de 2013

PARA UMA BOA REFLEXÃO ... BRASILEIROS.



A FÁBULA DO RATO 



Um Rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A Galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
Então o rato foi até o Porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à Vaca. E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. (a Galinha)
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral : “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”

E ASSIM QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL, A RESPEITO DESSAS MANIFESTAÇÕES, ESTADOS E NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS ... O PROBLEMA É DE TODOS.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER