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terça-feira, 29 de abril de 2014

"JUSTIÇA E PAZ NO TRÂNSITO"


Movimento por uma boa causa ...

As BRs são perigosas = SIM (v)
Mas, ainda continuo achando certos motoristas mais 
perigosos que muitas BRs deste nosso Brasil ...
Infelizmente.


Este movimento começou em marechal, por uma 
mãe que fez do LUTO uma LUTA ...
Bernadete Maria Tschaen, seu filho o jovem Maycon 
Willian Entringer, no dia 25/04/2009 teve sua vida ceifada por 
um motorista alcoolizado, que pagou R$ 1.500,00 de fiança e teve sua liberdade garantida. 
No dia 01/05/2009 Dete, como é conhecida aqui em Marechal, começou este movimento, para conscientizar que álcool e direção não combinam, e que a justiça seja feita, a vida não pode ser tratada com tanto descaso, o motorista pagou 
uma fiança e nada mais.


#AvidaéSagrada


GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quarta-feira, 23 de abril de 2014

PIXINGUINHA.


Alfredo da Rocha Viana Filho nasceu a 23 de abril de 1898, no Rio de Janeiro.
Recebeu o mesmo nome do pai, mas a avó, quase centenária, trazida da África para o cativeiro, deu para chamá-lo de Pizidim. O apelido pegou. Já crescido Alfredinho indagou a avó o significado de Pizidim e ela explicou:
Isso é nome africano, meu neto; pizin quer dizer bom e dim menino. Você é um bom menino.
Porém com passar do tempo apareceram as inevitáveis corruptelas. Passaram a chamar Alfredo de Bexiguinha, quando contraiu bexiga em uma epidemia no Rio e, finalmente, de Pixinguinha.


Alfredo da Rocha Viana Filho, ou Pixinguinha, foi autor de dezenas de valsas, sambas, choros e polcas. Compôs orquestrações para cinema, teatro e circo, além de arranjos para intérpretes famosos, entre os quais Carmen Miranda, Francisco Alves e Mário Reis.Considerado o maior flautista brasileiro de todos os tempos e mestre do chorinho, Pixinguinha desde pequeno dedicou-se à música. Aprendeu a tocar cavaquinho com os irmãos Leo e Henrique e aos 11 anos já dominava o instrumento. Seu pai, um excelente flautista, também foi mais um dos mestres que Pixinguinha teve em seu ambiente familiar.


Bom de música, de amigos e de copo, Pixinguinha foi uma das figuras mais representativas da cultura e da cidade do Rio de Janeiro. Boêmio, tinha uma mesa no Bar Gouveia, uma uisqueria, na Travessa do Ouvidor, na qual seu nome foi gravado em ouro, marcando a mesa reservada para seus uísques.
Pixinguinha considerava-se um boêmio caseiro -daqueles que vão da casa ao bar e do bar à casa- e era frequentador assíduo de alguns bares determinados. Sua boêmia ficava ainda mais brilhante e suntuosa em suas festas de aniversário -verdadeiras comemorações a ele e à música popular. Nestas festas não podiam faltar duas coisas: o uísque e uma frase que Pixinguinha sempre dizia: "minha vida foi sempre bem vivida na boêmia".




Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou.



O pai era flautista amador, e foi pela flauta que Pixinguinha começou sua ligação mais séria com a música, depois de ter aprendido um pouco de cavaquinho. Logo começou a tocar em orquestras, choperias, peças musicais e a participar de gravações ao lado dos irmãos Henrique e Otávio (China), que tocavam violão. Rapidamente criou fama como flautista graças aos improvisos e floreados que tirava do instrumento, que causavam grande impressão no público quando aliados à sua pouca idade. Começou a compor os primeiro choros, polcas e valsas ainda na década de 10, formando seu próprio conjunto, o Grupo do Pixinguinha, que mais tarde se tornou o prestigiado Os Oito Batutas. Com os Batutas fez uma célebre excursão pela Europa no início dos anos 20, com o propósito de divulgar a música brasileira. Os conjuntos liderados por Pixinguinha tiveram grande importância na história da indústria fonográfica brasileira. A Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, que organizou em 1928 junto com o compositor e sambista Donga, participou de várias gravações para a Parlophon, numa época em que o sistema elétrico de gravação era uma grande novidade. Liderou também os Diabos do Céu, a Guarda Velha e a Orquestra Columbia de Pixinguinha. Nos anos 30 e 40 gravou como flautista e saxofonista (em dueto com o flautista Benedito Lacerda) diversas peças que se tornaram a base do repertório de choro, para solista e acompanhamento. Algumas delas são "Segura Ele", "Ainda Me Recordo", "1 x 0", "Proezas de Solon", "Naquele Tempo", "Abraçando Jacaré", "Os Oito Batutas", "As Proezas do Nolasco", "Sofres Porque Queres", gravadas mais tarde por intérpretes de vários instrumentos. Em 1940, indicado por Villa-Lobos, foi o responsável pela seleção dos músicos populares que participaram da célebre gravação para o maestro Leopold Stokowski, que divulgou a música brasileira nos Estados Unidos. Como arranjador, atividade que começou a exercer na orquestra da gravadora Victor em 1929, incorporou elementos brasileiros a um meio bastante influenciado por técnicas estrangeiras, mudando a maneira de se fazer orquestração e arranjo. Trocou de instrumento definitivamente pelo saxofone em 1946, o que, segundo alguns biógrafos, aconteceu porque Pixinguinha teria perdido a embocadura para a flauta devido a problemas com bebida. Mesmo assim não parou de compor nem mesmo quando teve o primeiro enfarte, em 1964, que o obrigou a permanecer 20 dias no hospital. Daí surgiram músicas com títulos "de ocasião", como "Fala Baixinho" Mais Quinze Dias", "No Elevador", "Mais Três Dias", "Vou pra Casa". Depois de sua morte, em 1973, uma série de homenagens em discos e shows foi produzida. A Prefeitura do Rio de Janeiro produziu também grandes eventos em 1988 e 1998, quando completaria 90 e 100 anos. Algumas músicas de Pixinguinha ganharam letra antes ou depois de sua morte, sendo a mais famosa "Carinhoso", composta em 1917, gravada pela primeira vez em 1928, de forma instrumental, e cuja letra João de Barro escreveu em 1937, para gravação de Orlando Silva. Outras que ganharam letras foram "Rosa" (Otávio de Souza), "Lamento" (Vinicius de Moraes) e "Isso É Que É Viver" (Hermínio Bello de Carvalho).

FONTE: Almanaque da Folha / Cliquemusic

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

terça-feira, 22 de abril de 2014

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL.


Bom, no Brasil sempre existirá o outro lado da história, infelizmente.



Em 1499, Cabral foi nomeado capitão-mor da armada que se dirigiria a índia, após o retorno de VASCO DA GAMA, cuja missão era estabelecer relações diplomáticas e comerciais com SAMORIN, reerguendo a imagem de Portugal e instalando um entreposto comercial, onde deveria retornar ao seu país com o máximo de mercadorias
Partindo de Lisboa em 9 de março de 1500, Cabral partiu com 10 NAUS e 3 CARAVELAS, com uma população aproximada de 1200 a 1500 homens, entre funcionários, soldados e religiosos. E, em 22 de abril, após 43 dias de viagem, Cabral avistou o MONTE PASCOAL, no litoral sul da Bahia, onde tomou posse em nome da coroa Portuguesa da NOVA TERRA, dando lhe o nome de “ILHA DE VERA CRUZ”. Estava então descoberto o Brasil. No entanto, se discute se houve ou não intencionalidade da chegada de Cabral ao território brasileiro. Certo é, no entanto, que por está data já se tinha, na Europa o conhecimento da existência de terras a leste da linha do tratado de Tordesilhas.
Pesquisadores, Espanhoes, Franceses e Portugueses revelam uma nova e verdadeira história sobre a chegada dos colonizadores portugueses ao “ novo mundo “.
O primeiro português a confirmar a existência de novas terras pra lá do oceano atlântico foi DUARTE PACHECO PEREIRA, e não Pedro Álvares Cabral, como se ensina nas escolas. Também o Brasil não foi descoberto em 22 de abril de 1500 e sim, entre novembro e dezembro de 1498 e que, segundo pesquisas reveladoras dizem que Portugal enviou uma missão secreta ao Brasil, um ano e meio antes da chegada de Cabral. Duarte, um exímio navegador português a pedido do então Rei de Portugal d. Manoel I, desembarcou próximo a fronteira do Maranhão com o Pará onde, iniciou uma viagem pela Costa Norte, indo à ilha de Marajó e à foz do Rio Amazonas. De volta a Portugal d. Manuel ordenou-lhe que tal expedição deveria ser mantida em segredo de Estado, sigilo total, pois, as terras descobertas  encontravam-se em área Espanhola de acordo com a divisão estabelecida  pelo tratado de TORDESILHAS, assinado em 1494.
Um manuscrito produzido por DUARTE PACHECO entre 1505 e 1508 e que, ficou desaparecido por quase quatro séculos cujo nome “ ESMERALDO DE SITU ORBIS.”Duarte relata sua viagem não só do Brasil como à Costa da áfrica. O rei de Portugal, d .Manoel I  considerou de muita valia tais informações que jamais permitiu que se chegasse a público, onde provas sobre o descobrimento do Brasil aparecem no segundo capítulo da primeira parte, como diz o trecho: “COMO NO  TERCEIRO ANO DE VOSSO REINADO EM 1498, ONDE VOSSA ALTEZA MANDOU DESCOBRIR A PARTE OCIDENTAL, PASSANDO ALÉM DA GRANDEZA DO MAR OCEANO, É NAVEGADA UMA TAO GRANDE TERRA FIRME, COM MUITAS E GRANDES ILHAS ADJACENTES A ELA E É GRANDEMENTE POVOADA. TANTO SE DILATA SUA GRANDEZA E CORRE COM MUITA LONGURA, QUE DE UMA P ARTE NEM DA OUTRA NÃO FOI VISTO NEM SABIDO O FIM E CABO DELA. E ACHA NELA MUITO E FINO BRASIL COM OUTRAS MUITAS COISAS DE QUE OS NÁVIOS NESTE REINOS VEM GRANDEMENTE POVOADOS”. Enfim, as novas pesquisas sobre a verdadeira história do descobrimento, enterram a versão ensinada nas escolas de que PEDRO ÁLVARES CABRAL, chegou ao Brasil por acaso. O trabalho dos antropólogos, historiadores e cartógrafos faz com que vejamos o “OUTRO LADO DA HISTÓRIA”. Portugueses e Espanhoes, se envolveram num jogo de traição, espionagem, chantagens e blefes.
 Um valioso trabalho e o mais recente creio eu, a sustentar que DUARTE PACHECO  foi o verdadeiro descobridor do Brasil, encontramos no livro “ A CONSTRUÇÃO DO BRASIL “  de autoria do historiador português, JORGE COUTO, professor da universidade de Lisboa, considerado um dos maiores especialistas em História do Brasil.
FONTE: revista ISTO É, matéria intitulada  “ o verdadeiro Cabral “ de 19 de novembro de 1997, assinada por Guilherme Evelin -jornalista.
O verdadeiro nome de Pedro Álvares Cabral
Filho de Fernão Cabral, governador da Beira e Alcaide-mor de Belmonte, e de Isabel de Gouveia Queirós, Pedro Álvares Cabral, cujo nome original seria Pedro Álvares Gouveia, pois apenas o primogênito herdava o sobrenome paterno. Cabral passou a usar esse nome devido a morte do seu irmão mais velho.

FONTE:  
http://biaguidi.blogspot.com.br/2011/04/verdadeira-historia-do-descobrimento-do_25.html

O que pensar depois de ler este texto?
Que aprendemos uma mentira?

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER


sábado, 19 de abril de 2014

PÁSCOA NO MUNDO ...


Será que a Páscoa é comemorada da mesma forma em todos os países? Não. Embora existam elementos em comuns, as tradições agregam características de cada cultura e região. Há lugares em que os ovos de galinha decorados são o que há de mais tradicional. Em outros, os doces e pães que têm lugar de destaque garantido na mesa. Dos pratos típicos aos rituais, confira.




Argentina

Como culto católico, a Páscoa é a data mais forte e representativa para nossos “hermanos”. Na Argentina são celebradas missas nos quatro dias da Semana Santa e realizadas atividades religiosas como a encenação da Paixão de Cristo. “Na cidade em que fui criado, Tandil, são feitas peregrinações ao Monte Calvário, um lugar muito bonito em que são representadas a crucificação e a ressurreição de Cristo”, conta o argentino Daniel Gamallo.

Assim como no Brasil, os argentinos não comem carne de vaca ou porco na Sexta-Feira Santa. Mas, para eles, a restrição começa antes, na Quinta-Feira. “É bem parecido, embora no Brasil o apelo comercial da ocasião seja maior. Principalmente em relação aos ovos de chocolate”, comenta Cristina Moniz, brasileira que vive em Buenos Aires. Para os portenhos, os votos de felicidade devem ser no plural. Como eles dizem: “Felices Pascuas”. 




Bélgica e França

Na Bélgica e na França os sinos das igrejas não tocam entre a Sexta-Feira da Paixão e o Domingo de Páscoa. Segundo a lenda, os sinos voam para Roma e, no caminho de volta, deixam cair os ovos que as crianças devem encontrar no Domingo. As crianças belgas fazem, inclusive, ninhos de palha para estes ovos. 



Bulgária 

Uma das tradições na Bulgária são os ovos cozidos após a missa da Quinta-Feira Santa. Outra são os pães pascais chamados Kozunak, que têm sabor semelhante ao do panetone. Pequenos ou grandes, eles são decorados com ovos vermelhos (sempre em números ímpares) e levados à igreja na madrugada de sábado. Assim como os ovos, são abençoados e dados a familiares e amigos. Após o almoço de Páscoa, cada pessoa da família pega um ovo e todos começam a batê-los uns com os outros. Acredita-se que quem ficar com o ovo inteiro terá um ano de sorte.


Espanha

Na Espanha a celebração de Páscoa é essencialmente religiosa. Não há, como aqui, o hábito de trocar ovos de chocolate, mas alguns hábitos são semelhantes, como a ausência de carne – come-se peixe e, principalmente, bacalhau – no cardápio da Semana Santa. Há ainda doces típicos da data, como a rabanada (consumida em todo o país) e o Osso de Santo (que faz parte das celebrações de algumas regiões). 

“Além destes pratos, o mais típico são as procissões. É uma festa religiosa quase tão importante quanto o Carnaval para o Rio de Janeiro. As pessoas se fantasiam de Romano, de Jesus e de Apóstolos e carregam pelas ruas a cruz de Jesus”, conta o espanhol Gonzalo Delgado.



Estados Unidos 

A atividade mais comum nos Estados Unidos é a caça ao ovo de Páscoa. Os ovos cozidos, decorados com tintas e os ovos de chocolate são escondidos e as crianças devem encontrá-los. Em comunidades menores, as crianças da cidade se reúnem em praças para encontrar os ovos, escondidos por todo lugar. “É parecido com o que é feito no Brasil, mas aqui os ovos de chocolate são em menor quantidade e também são distribuídas muitas balas”, comenta a brasileira Maíra Levier, que vive na cidade de Salt Lake City.


México

Segundo o mexicano Vicente Quezada, as comemorações de Páscoa são simples no México. “Só os mais católicos e os que vivem no interior seguem as tradições”, diz. Mas há, no país, um fenômeno muito forte: a encenação da Paixão de Cristo, especialmente a apresentação que acontece em Iztapala, cidade ao sul da Cidade do México. “É o símbolo das comemorações de Páscoa no México”, afirma Vicente.

A representação da Paixão de Cristo em Iztapala é realizada desde 1843. Após uma epidemia de cólera que praticamente dizimou a população local, os sobreviventes imploraram ajuda ao Santo Sepulcro e, após dez anos sem nenhum registro da doença, realizaram a primeira representação como forma de agradecimento. Desde então, todo ano a cidade se converte em uma antiga Jerusalém, atraindo cerca de 3 milhões de mexicanos. 



Portugal

Como em toda boa festa portuguesa, na Páscoa não falta bacalhau. Mas este não é o único prato que faz parte das comemorações da Semana Santa por lá. Além das amêndoas e do chocolate, há também o Folar que, embora não se saiba exatamente quando surgiu, é uma tradição muito antiga. 

Segundo uma lenda portuguesa, o sonho de uma jovem aldeã chamada Mariana era se casar. Após pedir à Santa Catarina, surgiram dois pretendentes: um lavrador pobre e um fidalgo rico. 

No Dia de Ramos, os dois envolveram-se em uma luta e o lavrador foi escolhido por Mariana. Mas a jovem ficou com medo de que o fidalgo matasse o noivo no dia do casamento e recorreu novamente à Santa, que lhe sorriu. Agradecida, a jovem lhe ofereceu flores. Quando chegou em casa, Mariana encontrou um bolo com ovos inteiros ao lado das flores que havia oferecido à Santa Catarina. Como o mesmo aconteceu com os dois pretendentes, o bolo tornou-se símbolo da celebração da reconciliação e da amizade. Por esta razão, no Domingo de Ramos os portugueses oferecem a seus padrinhos um ramo de flores e recebem, em troca, o Folar.


Suécia 

As tradições pascais da Suécia lembram o Halloween norte-americano. Na Quinta-Feira Santa ou na véspera da Páscoa, as crianças vestem-se como bruxos e distribuem entre os vizinhos um cartão decorado conhecido como "Carta de Páscoa". O objetivo é receber, em troca, doces ou dinheiro. O costume tem origem em uma lenda local que diz que cresce durante a Páscoa a atividade de bruxas e bruxos.



Suíça

Na Suíça, não poderia faltar chocolate nas comemorações de Páscoa. “Os coelhos de chocolate são escondidos dentro de casa e as crianças devem procurá-los, acreditando que quem os levou foi a coelhinha da Páscoa”, conta o suíço Rolf Müller. Além da brincadeira, bem parecida com as que são feitas por aqui, há outras semelhanças entre as celebrações suíça e brasileira, como a tradição de não comer carne na Sexta-Feira Santa. Mas há também diferenças. A segunda-feira após o Domingo de Páscoa, por exemplo, também é feriado por lá. Além disso, eles seguem a tradição tipicamente européia das pinturas em ovos de galinhas. 


Uruguai

No Uruguai, as comemorações da Semana Santa começam no Domingo de Ramos, uma semana antes da Páscoa. “Recordamos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém com a Missa de Ramos e a bênção dos ramos de oliva, que representam a coroa colocada na cabeça de Jesus em sua marcha até a crucificação”, explica a uruguaia Laura Busto. Ela conta que na Quinta-Feira Santa, dia da última ceia, os uruguaios comemoram refazendo a Via Crucis. “É costume realizar uma procissão de uma igreja a outra para rezar e meditar”, comenta. Na Sexta-Feira Santa, dia de luto pela morte de Jesus, não há festejos e, como no Brasil, não se come carne. Já o Domingo é dia de festa como ovos de chocolate de todos os tamanhos.


Fonte:ConexãoAluno

#CURIOSIDADES
Páscoa no Mundo

Os festejos da Páscoa em todo o mundo possuem variações em suas origens e significados. - Na China O "Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes. - Na Europa As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar. - Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia A tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos". - Nos Estados Unidos A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos. - No Brasil e América Latina O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.


Meus queridos ...
Uma feliz e abençoada Páscoa.
Abraço carinhoso e fraternal ...

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

segunda-feira, 14 de abril de 2014

LUA VERMELHA.


Eclipse total desta noite deixará lua vermelha como “sangue”

Fenômeno será o primeiro de quatro “luas de sangue”.



Na madrugada desta segunda-feira, do dia 14 para o dia 15, será possível observar no Brasil o primeiro eclipse lunar completo de 2014, que deixará a lua com o tom avermelhado.  O acontecimento iniciará às 02h58 (horário de Brasília), quando a Lua começará a adentrar a umbra, parte central e mais escura da sombra da Terra, e poderá ser vista “sumindo”. Essa etapa será concluída às 04h06 da manhã, quando a Lua estará totalmente encoberta pela umbra. Ela permanecerá assim por mais de uma hora, e começará a sair da sombra às 05h24, reaparecendo no céu.
O evento inaugura uma série de quatro eclipses totais, que se estende até 2015. Os astrônomos dão ao fenômeno o nome de tétrade. Somente oito tétrades devem ocorrer durante todo o século XXI. A de hoje é a segunda e deve durar por 78 minutos, sendo possível observar a olho nu, desde que as condições climáticas estejam favoráveis como alerta o professor do planetário da Universidade Federal de Goiás (UFG), Paulo Henrique Sobreira. “Tem que torcer para que o céu esteja limpo até o final do dia.”
Segundo o professor, o evento ocorre devido um fenômeno chamado refração. “A refração é o mesmo fenômeno que ocorre no nascer e no pôr do sol quando é possível ver um anel avermelhado no horizonte. O que acontece nesta noite é que Sol e Lua estão alinhados, então a Lua passa a refletir a luz da atmosfera da Terra”, explica.
O eclipse desta madrugada terá ainda outro detalhe especial: Marte estará mais perto da Terra e poderá ser visto como uma estrela brilhante, acima da Lua, do lado direito. Desde 2008, o planeta vermelho não fica tão próximo do nosso.
Calendário
Em um período de cinco mil anos (começando no ano 1999 a.C até o ano 3 mil de nossos tempos) devem ocorrer somente 3.479 eclipses totais da Lua. É uma porcentagem pequena – meros 28,8% do total.
O eclipse do dia 15 faz parte de um evento ainda mais raro – ele marca o início de uma tétrade, sequência de quatro eclipses totais consecutivos. Durante todo o século 21, devem ocorrer oito tétrades. Esta é a segunda: a primeira aconteceu entre 2003 e 2004. Como acontecido é raro, melhor marcar no calendário para não perder. As datas desses eclipses totais são as seguintes:
Dia 15 de abril de 2014
Dia 08 de outubro de 2014
Dia 04 de abril de 2015
Dia 28 de setembro de 2015
De acordo com Paulo Henrique Sobreira, apenas o dia 8 de outubro deste ano não será visível no Brasil.
O professor de história Alexandre Evangelista, especialista em astronomia, conta que os eclipses lunares se repetem três vezes por ano, pelo menos. “Na Lua Vermelha que acontece nesta madrugada, que termina por volta das 6h15, a lua vai passar numa sombra projetada pela terra, quando a luz do sol será desviada pela atmosfera até chegar à lua”, explica. A penetração da luz solar na atmosfera, por sinal, é um momento perfeito para avaliar a qualidade do ar da atmosfera. “Quanto mais vermelha a lua, maior o nível de poluição. A luz dispersa na atmosfera e essa dispersão varia em maior ou menor grau a depender do nível de poluição”, detalha Pavão.  

Apesar do teor cientificista do eclipse, o fenômeno da Lua de Sangue tem criado um clima de mistério e tensão em muitas pessoas. Para a astróloga, Fernanda Zanini, a data tem sido alardeada porque coincide com festivais religiosos do povo judeu. “E, por incrível que pareça. São alguns grupos evangélicos que começar a publicar sobre o fenômeno, baseados na pesquisa do rabino Mark Biltz. Ele, por sua vez, se baseou na profecia bíblica de Joel capítulo 2, versículo 3, onde Deus diz que ‘O Sol tornar-se-á escuridão e a Lua sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do Senhor’”, afirma Fernanda. 

A despeito das questões religiosas, Zanini diz que os eclipses são momentos importantes para a astrologia, sobretudo o que acontece nesta madrugada. “A lua representa nosso lado emocional, institivo e nos faz entrar em contato com questões subconscientes, nos faz aprofundar em nosso mundo emocional. Os eclipses lunares impulsionam transformações necessárias em nossos condicionamentos, e nos fazem rever hábitos, e observar nossas relações familiares. É sempre possibilidade de rever o passado, e resolver situações que ficaram guardadas no subconsciente”, pontua a astróloga. 

Saiba mais:
O que os eclipses representavam para os povos antigos?


- Os povos antigos como os caldeus, egípcios, maias, entre outros, já tinham conhecimento astronômico e conseguiam calcular quando os eclipses iriam ocorrer. Os caldeus e babilônios já previam eclipses há 3000 anos.

- Para os povos antigos, geralmente os eclipses eram sinal de maus presságios, sendo recebidos com medo. Os antigos acreditavam que os astros eram “engolidos” por algum fenômeno sobrenatural.

- No livro “Eclipses ao longo dos séculos”, de Norma Terezinha de Oliveira Reis, é possível encontrar relatos sobre as lendas dos eclipses na visão de alguns povos antigos.

- Algumas civilizações, como os esquimós, por exemplo, interpretavam tais fenômenos como sinais de boa sorte. O Sol e a Lua abandonavam temporariamente seus lugares naturais no céu para assegurarem-se de que tudo estava bem na Terra. Algumas lendas de eclipses são histórias de amor e muitas outras refletem crenças locais. 

- Na maioria das culturas aborígenes, acreditava-se que a Lua e o Sol eram marido e mulher respectivamente, puxando as cortinas do céu para assegurar privacidade à sua união.

- Os atenienses, na Grécia antiga, acreditavam que os eclipses (solares ou lunares) eram causados por deuses furiosos;
- Os maias, na América Central, acreditavam que, durante os eclipses lunares, um jaguar gigante devorava a Lua. Ele se movia pela escuridão e sua pele se assemelhava a um céu estrelado.

- No Japão, poços eram fechados para evitar que a água fosse contaminada pelo suposto veneno que vinha dos céus, proveniente do eclipse.

- Na Escandinávia, acreditava-se que dois lobos chamados Skoll e Hat aterrorizavam o Sol e a Lua.

- Na Índia, um monstro chamado Rahu teria a cabeça de um dragão e a cauda de um cometa. Ele dirigiria uma carruagem puxada por oito cavalos pretos que representavam o céu.

- Os Astecas acreditavam que Tzitzimine, estrelas-demônio, causavam eclipses quando combatiam o Sol.

- Na Bolívia, acreditava-se que cachorros corriam atrás do Sol e da Lua e mordiam-os. Era o sangue da Lua que a deixava avermelhada. A população gritava e gemia para espantar os cães.
FONTES:Ana Helena  / Rosália Vasconcelos
GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sábado, 5 de abril de 2014

TAJ MAHAL - UMA HISTÓRIA DE AMOR


Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detrás deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.



Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimônia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crônicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.

Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflete a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma sobressaem quatro torres que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.
Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.
    Fonte:Obvious

    Existe um documentário muito interessante que conta melhor essa historia e que vale a pena assistir, principalmente para quem vem visitar o Taj Mahal… Eh um documentário da National Geographic falando sobre os segredos do Taj Mahal…



GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

terça-feira, 1 de abril de 2014

50 ANOS DO GOLPE MILITAR ... Período mais negro da história do País.


Fantasma da ditadura ainda assombram o Brasil 
50 anos após golpe militar, um pesadelo vivo na memória de muitos brasileiros.

Em 31 de março de 1964, militares contrários ao governo de João Goulart (PTB) destituíram o então presidente e assumiram o poder por meio de um golpe. O governo comandado pelas Forças Armadas durou 21 anos e implantou um regime ditatorial. A ditadura restringiu o direito do voto, a participação popular e reprimiu com violência todos os movimentos de oposição. 
Na economia, o governo colocou em prática um projeto desenvolvimentista que produziu resultados bastante contraditórios, já que o país ingressou numa fase de industrialização e crescimento econômico acelerados, sem beneficiar a maioria da população, em particular a classe trabalhadora.



Como um pesadelo que ainda provoca calafrios e aflições e não se dissipa com raios da manhã, o golpe militar de 31 de março de 1964 — que completa 50 anos — ainda está vivíssimo na memória do País como um período de tenebrosas violações da liberdade, dos direitos humanos que deixou milhares de mortos, desaparecidos e torturados e se prolongou por longos 21 anos, até 15 de março de 1985 com a posse do civil José Sarney e a instauração da Nova República.

Um período de excessos que não se curvou até hoje a julgamento histórico de fato. Ainda que existam movimentos concretos de tentativa de apuração dos abusos, nada ainda aconteceu.
Torturadores e militares com as mãos sujas de sangue refestelam-se no sofá da sala quem sabe livres das dores agudas da consciência. Mas é sempre importante lembrar que, apesar do combate desigual, os opositores do regime sequestraram diplomatas, assaltaram bancos, mataram e orquestraram guerrilhas armadas. O País, governado por uma vítima da tortura, não consegue acertar as contas com o seu passado.


O que choca não são as mortes em combate, mas a barbárie pelo lado mais forte do conflito.

Sustentada pelo maior e mais violento aparato de repressão instalado no período republicano, a ditadura usou a barbárie como método de interrogatório e começou a cair quando o mundo tomou conhecimento de que o país do “milagre econômico” – famoso pelo futebol que conquistava mais Copas que qualquer outra nação – torturava e matava nos porões prisioneiros indefesos.
Contrária à tese do “golpe dentro do golpe”, que normalmente trata a ditadura por períodos distintos, a historiadora Heloísa Starling sustenta que a tortura foi usada sistematicamente desde que os militares, apoiados por significativa parcela civil, derrubaram o presidente eleito João Goulart, em 1964 e não a partir de 1968, com a instituição do AI-5.
“A tortura como interrogatório foi adotada em 1964 e segue como um padrão constante até 1968”, afirma Heloísa, autora de um levantamento feito em denúncias que apareceram nos jornais da época. No primeiro ano do golpe foram registrados 148 casos. O número cai nos quatro anos seguintes – 35 registros em 1965, 66 em 1966, 50 em 1967 e 35 em 1968 – para explodir em 1969, com 1027 casos, e nos anos seguintes, até 1974.
Os dados levantados pela historiadora mostram que nos dois primeiros anos do regime militar havia pelo menos 36 centros de detenção e tortura instalados em delegacias, estabelecimentos militares e até em universidades. O Rio de Janeiro é o estado campeão, com 16 centros. No período em que antecedeu o AI-5, Heloísa encontrou registros de técnicas de tortura como afogamentos, choque elétrico, banho chinês, churrasquinho, geladeira, telefone, soro da verdade e pressão psicológica, que seriam ampliadas a partir de 1968. A violência, segundo ela, só foi alargada, mas sua matriz é anterior ao golpe de 1964.

1968 - As atrizes Eva Todor, Tônia Carrero, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara e Norma Bengell em 1968, durante a passeata dos cem mil, em protesto contra a ditadura militar no Brasil, no Rio de Janeiro


UMA IMAGEM QUE RETRATA A 
DITADURA ...


Transtornados pelos pesadelos, assombrados e deprimidos pelas lembranças dos algozes e da humilhação, muitos outros ex-militantes, mesmo depois que a ditadura terminou, também não aguentaram os traumas e se mataram. É difícil chegar a um consenso sobre o número de suicídios ocorridos depois da Anistia, em 1979, porque muitos casos são atribuídos a morte natural ou acidental, mas certamente passa de uma dezena. Nos centros de detenção e tortura, dezenas de homens e mulheres que figuram numa lista de desaparecidos cujo número varia ente 150 e 180 militantes simplesmente não resistiram e sucumbiram sem vida nas mãos dos torturadores.


50 Anos de um violento acontecimento deste país ...
Não, não há absolutamente nada a comemorar.
Não se tem vencedores, nem vencidos ...
Se tem, muita tristeza para recordar.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER