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sexta-feira, 31 de maio de 2013

MOMENTO NOSTALGIA ... MARECHAL FLORIANO.


UMA PEQUENA E GRANDE CIDADE ...


Quando era uma pequena menina, que brincava 
nas ruas de Marechal ...
Na minha visão de criança, era tudo grande ...
Então, uma grande cidade.
Com o passar do tempo as brincadeiras de criança
ficaram para trás ... 
Hoje na minha visão adulta, Marechal se tornou pequeno ...
Mas, uma pequena cidade e de grande aconchego.


Marechal tem o seu aconchego natural ...
Amo esta pequena e grande cidade.
A infância e adolescência foi bem vivida ... 
E com ótimas lembranças.


Hoje penso nos momentos vivenciados, que 
 ficaram marcados na memória.
Das brincadeiras ...
Das amizades que até hoje perduram ...
Dos tempos de escola ...
Dos tempos da Cabana do Velhinho ...
Dos tempos da danceteria do Théo ...
Foram realmente TEMPOS BONS.
Tem esses e muito mais ...

(Tive momentos ruins, que aconteceram aqui em 
Marechal, mas estes estão guardados, bem 
guardados.)


MARECHAL FLORIANO 

"Um lindo AZUL ...
Um lindo VERDE ...
E a certeza que essas cores na NATUREZA ... 
Nos mostra a maravilha da VIDA ...
Então, sorria por poder apreciar e vivenciar."

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quarta-feira, 29 de maio de 2013

JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS ...




Será a solução ???

É uma pergunta que não que calar.

É este o caminho ???

Fiquei pensando a respeito, depois destes acontecimentos
aqui no estado do ES.
Dois casos de linchamento em um mês ... Acho que a 
população está cansada de esperar JUSTIÇA ...
Então, resolveram fazer JUSTIÇA com as próprias 
mãos.
Mas, e depois do caso passado ...
Como será que se sentem ??
Sabendo que mataram alguém ??
É realmente uma situação complicada, penso.
Mas, jamais iria condena-los ...
Isto está acontecendo e a culpa é dessas leis deste 
país chamado BRASIL, que a população 
não está aguentando mais.


OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE.

Significado de Olho por olho, dente por dente

Olho por olho, dente por dente, é uma expressão que significa vingança, e que o castigo deve ser dado na mesma proporção do dano causado.
Olho por olho, dente por dente, é um dito popular que sugere uma punição do mesmo tamanho da ofensa.
A expressão "Olho por olho, dente por dente", surgiu na antiguidade, onde a justiça era feita pelas mãos dos homens.

Código de Hamurabi

Hamurabi, rei da Babilônia, no século XVIII a.C., é o autor de 282 leis, que ficaram conhecidas como Código de Hamurabi, baseadas na lei de talião, pena antiga pela qual se vingava o delito, infligindo ao delinquente o mesmo dano ou mal que ele praticava. Olho por olho, dente por dente, era a base de qualquer justiça: "Se uma pessoa arrombar uma casa alheia, deverá ser condenado à morte e ser enterrado na parte da frente do local do arrombamento". "Se alguém acusa o outro, mas não pode prová-lo, o acusador será morto"
Descoberto em 1901, pelo arqueólogo francês, Jacques de Morgan, nos arredores da antiga Susa, atual Tunísia, o Código de Hamurabi encontra-se hoje no Museu do Louvre, em Paris.

Olho por olho, dente por dente na Bíblia

A expressão olho por olho, dente por dente também se encontra na Bíblia, mais concretamente em Êxodo 21:24: "Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé." Nesta passagem, Deus revelou a Moisés algumas leis para que ele passasse para o resto do povo. Esta lei se encaixa nas leis a respeito da violência.
No entanto, essas coisas mudaram com a vinda de Jesus e da Nova Aliança. Em Mateus 5:38-39, Jesus disse: "Vocês ouviram o que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, lhes digo: Não se vinguem dos que lhes fazem mal. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também."
Muitos anos mais tarde, Gandhi afirmou: "Olho por olho e o mundo acabará cego". Com estas afirmações, Jesus e Gandhi estavam revelando a importância do perdão e da não-violência, porque a vingança corrói e cega o ser humano.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

terça-feira, 28 de maio de 2013

A ETERNA Janis Joplin.



"Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã."
Janis  Joplin 

Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco  em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk. Nessa época Janis intensificou o uso de drogas e passou a usar heroína. Janis sempre bebeu muito em toda a sua carreira, sua bebida preferida era Southern Comfort. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.

Janis Joplin foi muito mais do que a única branca a alcançar reconhecimento interpretando blues (reduto de músicos negros, principalmente quando consideradas artistas do sexo  feminino), foi também cantora de rock, dona de uma voz incomparável, e capaz de imprimir às músicas que cantava uma marca inconfundível de interpretação e sensualidade.


As últimas gravações que Janis fez foram Mercedes Benz e Happy Trails, sendo a última feita como um presente de aniversário para John Lennon que faria aniversário em 9 de outubro, em entrevista, Lennon contou que a fita chegou em sua casa após a morte de Janis.



Janis Lyn Joplin 

(Port Arthur, 19 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 4 de Outubro de 1970) foi uma cantora e compositora norte-americana. Considerada a "Rainha do Rock and roll"
Nasceu em Port Arthur, Texas, em uma família humilde e conservadora que não aceitava facilmente o caminho que ela havia escolhido. Já na adolescência cantava blues e folk inpirada por Bessie Smith, entre outras cantoras. Em 1966 se mudou para a Califórnia e juntou-se à banda Big Brother and The Holding Company. Em poucos meses Joplin tirou a banda da obscuridade, logo assumindo sua liderança (a princípio havia sido chamada apenas para fazer backing vocals). Com esta banda Janis Joplin gravou o álbum Big Brother And The Holding Company em 1967 e Cheap Trills (um de seus melhores) em 1968.


JANIS JOPLIN NO BRASIL

Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal".
Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Janis teve uma breve, porém tórrida, relação amorosa com o rockeiro brasileiro Serguei.

MORTE 


No dia 3 de outubro de 1970, Janis visitou o estúdio Sunset Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, para ouvir o instrumental da música de Nick Gravenite, Buried Alive in the Blues, a gravação dos vocais estava agendada para o dia seguinte, pela noite ela foi para o hotel, no dia das gravações (4 de outubro) não apareceu no estúdio, então John Cooke (empresário da banda) foi até o hotel, onde a encontrou morta, vítima de overdose de heroína possivelmente combinada com efeitos do álcool.
Sua morte ocorreu quando tinha apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia. Durante a cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler, baseou-se em sua vida. Foi homenageada através do musical Love Janis, originado de um livro de mesmo nome, escrito por sua irmã, Laura.

Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas.



FONTE = NET

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sábado, 25 de maio de 2013

PARA UMA BOA REFLEXÃO ...



O ESPETÁCULO DA VIDA






Que você seja um grande empreendedor.

Quando empreender,
Não tenha medo de falhar.

Quando falhar,
Não tenha receio de chorar.



Quando chorar,
Repense a sua vida, mas não recue.

Dê sempre uma nova chance para si mesmo.
Encontre um oásis em seu deserto.



Os perdedores
vêem os raios.

Os vencedores
vêem a chuva e a oportunidade de cultivar.



Os perdedores
Paralisam-se diante das perdas e dos fracassos.

Os vencedores
Começam tudo de novo.



Saiba que o maior
Carrasco do ser humano é ele mesmo.

Não seja escravo
Dos seus pensamentos negativos.



Liberte-se da pior prisão do mundo:
O cárcere da emoção.

O destino raramente é inevitável,
mas sim uma escolha.



Escolha ser um ser humano
consciente, livre e inteligente.

Sua vida é mais importante
do que todo o ouro do mundo.



Mais bela que as estrelas:
obra-prima do Autor da vida.

Apesar dos seus defeitos,
Você não é um número na multidão.



Ninguém é igual a você no palco da vida.
Você é um ser humano insubstituível.

Jamais desista das pessoas que ama.
Jamais desista de ser feliz.



Lute sempre pelos seus sonhos.
Seja profundamente apaixonado pela vida.

Pois a vida é um espetáculo imperdível.



Augusto Cury

sexta-feira, 24 de maio de 2013

VIVER ... VIVA E, SEJA UM SER VIVENTE ...


SEMPRE NESTA VIDA.


Os caminhos muitas vezes são tortuosos ...
São subidas, decidas e curvas.
Mas, que são para o nosso aprendizado nesta vida.
VIVA ...
E continue a sua caminhada.
SEJA SEMPRE UM SER VIVENTE ...
Que por muitos caminhos se passa e continua sempre.
É o caminho de cada UM ...
APRENDENDO E CONTINUANDO.
Muitas vezes pensando em desistir ...
E a VIDA te impulsionando a continuar.
ENTÃO, CONTINUE.
Que um dia você vai chegar ...
E, talvez até não acreditar que, o que tanto 
almejava ...
VOCÊ ALCANÇOU.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quinta-feira, 23 de maio de 2013

CONVENTO DA PENHA / ES.


O Convento da Penha é um dos SANTUÁRIOS mais antigos do BRASIL, localizado no município de VILA VELHA, estado do ESPÍRITO SANTO. Está situado no alto de um penhasco 154 metros de altitude, sendo uma das igrejas mais antigas do estado, cujas obras avançavam aos poucos e tiveram início em por volta de 1558, a mando de frei PEDRO PALÁCIOS.




A história do convento começa em 1558, quando chega à atual PRAINHA frei PEDRO PALÁCIOS, natural de Medina do Rio Seco, na ESPANHA. Palácios foi, alguns anos mais tarde, foi encarregado da construção de uma ermida no alto do morro da Penha. Palácios encomendou de LISBOA uma imagem de Nossa Senhora, que daria origem ao culto a NOSSA SENHORA DA PENHA. A pequena ermida foi sendo erguida aos poucos até se transformar no Convento da Penha, hoje o monumento religioso mais importante da arquitetura capixaba.
Especula-se que Frei Pedro Palácios morava numa gruta que fica aos pés da ladeira do convento e possuía um quadro de Nossa Senhora da Penha. Esse quadro desapareceu três vezes, e as três vezes o mesmo quadro foi encontrado no alto do morro onde foi construído o convento.




Está situado no alto de um penhasco 154 metros de altitude, sendo tombado como patrimônio histórico cultural pelo INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL  (Iphan) em 1943. Grande parte do interior é revestido com madeira em cedro, tendi sido entalhado pelo escultor português José Fernandes Pereira entre 1874 e 1879. O ALTAR-MOR, atualmente composto por mais de 200 peças feitas de 19 tipos diferentes de MÁRMORE, foi construído por volta de 1800, originalmente no estilo ROCOCÓ, passando por restaurações em 1910 e novamente entre janeiro de 2009 e 17 de dezembro de 2011. Do convento é possível se ter uma visão panorâmica de Vila Velha, Vitória e avistar ao longe o Oceano Atlântico.
O complexo do convento abrange uma área de 632,226 m², havendo uma série de outros monumentos e atrativos, tais como a Gruta do Frei Pedro Palácios, vão formado pela natureza do monte onde fica o Convento, sendo que alguns historiadores afirmam ser a primeira residência do frei Pedro Palácios. Em 1562 construiu uma Capela dedicada a São Francisco de Assis, no local hoje denominado largo do convento (Campinho), e no final do século XX surgiram ainda o Museu e a loja de alimentos e pequenos presentes.





Lendas da Penha

Segundo Frei Basílio Rower, historiador franciscano, não consta precisamente quando Frei Palácios deu começo à construção de uma ermida de Nossa Senhora no cume do rochedo. A lenda, que consta do livro de Memórias históricas do Rio de Janeiro, 10 volumes, de José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo, atribui a resolução de edificá-la ao fato seguinte. Certo dia desapareceu o painel da Virgem da capela de São Francisco. O devoto franciscano encheu-se com isto de profunda tristeza e imediatamente andou à procura de seu tesouro nas matas espessas da montanha. Depois de longa procura, encontrou no alto da penha entre as duas palmeiras. Feliz ele recolocou o painel na capela de São Francisco, mas o desaparecimento repetiu-se mais duas vezes, sendo o painel sempre encontrado no mesmo lugar. Frei Palácios reconheceu nestes sinais a vontade de Nossa Senhora em querer que se construísse uma capela no local indicado. E a execução não demorou muito.
Outra lenda fala da fonte de Nossa Senhora que brotou no alto do penhasco, logo que a construção do convento teve início, possibilitando a realização das obras. A fonte estancou depois que as obras terminaram.
É também conhecida a lenda de que frei Pedro Palácios vivia, na companhia de um gato e de um cachorro, na capelinha de São Francisco, que o frade construiu no campinho, no morro da penha. Conta esta lenda que, quando o religioso tinha de se ausentar do morro por algum tempo, deixava, para seus companheiros comer, tantos bolinhos de farinha quantos seriam os dias de sua ausência. E os animais comiam apenas cada uma das suas rações diárias, sendo a última delas no regresso do frei.
Sobre a imagem de Nossa Senhora da Penha existe a lenda de que a pessoa a quem frei Pedro encarregou de fazer a sua encomenda, em Portugal, esqueceu de fazê-lo. Na véspera de voltar para o Espírito Santo, esse encarregado recebeu, de um desconhecido, a imagem de Nossa Senhora, esculpida em madeira de acordo com as indicações de Frei Pedro.
Faz parte também do lendário da Penha a visão que tiveram os holandeses, no século XVII, quando, ao tentar assaltar o convento, foram impedidos por soldados a pé e a cavalo que desciam das nuvens, em torno do santuário, para fazer a sua defesa. Esta lenda serviu de inspiração ao pintor Benedito Calixto, para um dos quadros que se acha exposto na galeria ao lado da igreja do convento. Ali está também, do mesmo autor, um outro painel que tem por motivo a procissão marítima que conduziu a imagem de Nossa Senhora da Penha até Vitória, para acabar com a grande seca de 1769 que afetava a sede da capitania que estorricava as matas dos seus morros, enquanto a do convento se mantinha viçosa. Diz a lenda que, logo após a procissão, a chuva caiu.


Referência capixaba
Cartão postal capixaba, o Convento da Penha é um dos pontos mais visitados pelos turistas no Estado. Além dos milhares de visitantes que recebe ao ano, o santuário integra nosso folclore sendo mencionado na poesia, no congo, nas artes plásticas e em outras manifestações artísticas. O monumento é fonte de inspiração para artistas, que buscam na beleza do santuário inspiração para suas obras.




FONTE = NET

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

segunda-feira, 20 de maio de 2013

IDOSO MERECE RESPEITO ...


Infelizmente, isso muitas vezes não
acontece.


Nada justifica o tratamento impaciente que muitos
tem com certos idosos por ai ...
É revoltante a falta de AMOR.
Muitos idosos carregam a tristeza no OLHAR, pois
são tratados como "estorvos" na vida de seus 
familiares.

NA CHINA E NO JAPÃO, A VELHICE É SINÔNIMO 
DE SABEDORIA E RESPEITO.





 O Idoso é uma pessoa considerada de terceira idade. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma pessoa é classificada como idosa cronologicamente, tendo mais de 65 anos de idade em países desenvolvidos e mais de 60 anos de idade em países em desenvolvimento.


As pessoas idosas têm:   
  •    Habilidades regenerativas limitadas, ou seja, devido às células da pigmentação "deixarem" de funcionar;  
  • Ocorre uma mudança da cor do cabelo para cor cinzenta ou branca, queda de cabelo e redução dos pêlos (Alopécia);
  • Rugas; 
  • Mudanças físicas, como a diminuição da capacidade visual e das funções neurológicas assim como o raciocínio e memória.    
  •   Mudanças emocionais que expõem a qualidade de vida dos idosos ao perigo.   
  •   Desenvolvem vários tipos doenças como a incontinência urinária e o Alzheimer, entre outras, visto o sistema imunitário ser mais fragilizado.
Variações Culturais


Os idosos são vistos em diferentes perspectivas consoante as várias culturas em que estão inseridos. Por exemplo, na cultura oriental os idosos são vistos como um símbolo de sabedoria devido às experiências vividas, e por isso são os mais respeitados e com o mais alto estatuto na sociedade.  
Por outro lado, nas culturas ocidentais, parecem representar, de certa forma um “estorvo” na vida dos mais jovens, visto que não representam um papel tão ativo na sociedade.



No Japão, por exemplo, a velhice é sinônimo de sabedoria e de respeito.
O fenômeno envelhecer é natural em todas as espécies de animais e tem sido a preocupação da “chamada civilização contemporânea”.

Lá os idosos são tratados com respeito e atenção, devido à vasta experiência acumulada através dos seus anos de vida. A família é o Porto Seguro do idoso nesta sociedade.
As crianças e adolescentes, consideram com orgulho os sacrifícios realizados pelos seus idosos em benefício da família. Tais como começar a trabalhar mais cedo para cobrir as despesas da casa, ou seja, sustentá-la e pagar os estudos dos filhos, mesmo com pouca instrução demonstrando sempre alegria, festa e plenitude pela presença do idoso.
Os japoneses consultam os seus anciãos antes de tomarem qualquer grande decisão, por considerarem os seus concelhos sábios e experientes.
Em outros grupos das sociedades antigas, o ancião ocupava sempre uma posição digna. Os idosos têm uma forte atuação tanto nas decisões políticas como nas decisões dentro do seu grupo social.
O aniversário do idoso é festejado, no Japão, de forma solene. E ainda têm o Dia do Respeito ao Idoso (keiro no hi), o qual é comemorado desde 1947, na terceira segunda-feira de Setembro, este dia chegou a ser decretado como feriado nacional em 1966. É um feriado dedicado aos idosos, e quando os japoneses rezam pela longevidade dos mais velhos agradecendo as contribuições feitas à sociedade ao longo das suas vidas.
 
Não se perguntam as idades das mulheres jovens, apenas às mais idosas que respondem com muito orgulho terem 70 ou 80 anos, ao contrário do que se passa nas nossas sociedades, pois é-nos dito que é falta de educação perguntar a idade aos mais velhos para evitar levantar constrangimentos como se fosse uma vergonha ter muitos anos de vida!
Na tradição japonesa, ao complementar os 60 anos de idade, é permitido ao homem o uso de blazer vermelho, pois é preciso completar seis décadas de vida para ter a liberdade de usar a cor dos deuses.


A família, a comunidade e a sociedade precisam dignificar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua liberdade, autonomia, bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida.


Em nossa sociedade, porém, envelhecer é passar da atividade para a passividade. Isso significa deixar de fazer para que façam pela gente, deixar de ser cidadão, deixar de ser família, etc. Assim limitadas e isoladas, as pessoas perdem a razão de viver. É como se as pessoas idosas não tivessem valor, habilidades, direito à opinião própria, etc. Algumas expressões que se ouvem em nossa sociedade, e até em nossas famílias, em relação às pessoas idosas mostram essa mentalidade: "lugar de velho é em casa", "está ficando igual a criança, quer participar de tudo", "velho não tem mais nada para aprender".

Uma criança feliz torna-se um adulto feliz. Um adulto feliz torna-se um velho realizado. Um velho realizado tem saúde física e mental para ajudar na construção de uma sociedade menos árida. Um idoso tem clarividência porque já passou por tantas experiências durante a vida que pode ponderar sobre as melhores saídas em relação aos problemas mais espinhosos. Se, com a velhice, voltamos a ser crianças, porque nos tornamos limitados e dependentes, a diferença fica na maneira de encarar essas deficiências. Numa criança, elas são bonitinhas, porque elas representam o novo; em um velho, elas são feias, porque representam a morte ...


A falta de respeito com os idosos é uma vergonha, 
eles merecem mais RESPEITO e também viver 
com dignidade.



GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

sábado, 18 de maio de 2013

DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES.









Reprodução

Araceli ficou seis dias desaparecida
O estupro, seguido de morte, de uma menina de 8 anos, chocou não só Vitória, onde a tragédia aconteceu, em 1973, mas todo o país. Quarenta anos depois, o caso Araceli – nome da garota morta naquele 18 de maio – leva à reflexão sobre a frágil estrutura do poder público do Espírito Santo para atender casos de abuso sexual de crianças e adolescentes. O Estado dispõe de apenas uma Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e nenhuma vara judicial especializada nessa área.

Foi a trágica morte de Araceli Cabrera Crespo (ver resumo do caso nesta página) que inspirou a criação deste Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, crimes que o próprio delegado da DPCA, Érico de Almeida Mangaravite, admite serem subnotificados.

Mas mesmo com a subnotificação, somente neste ano, das 888 ocorrências policiais da DPCA – com maior atuação na Grande Vitporia – 160 foram por suspeita de abuso sexual. Somados desde 2010, os casos atingem a marca de 1.477.


Evolução

Érico Mangaravit, delegado titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente
Mangaravite, na DPCA desde setembro de 2012 – é sua primeira delegacia –, diz que “muita coisa evoluiu”, comparando-se com o contexto existente há 40 anos. “A Polícia Civil sofreu evolução, tanto em termos de seus profissionais, quanto na parte técnica, e há mais transparência”, diz ele.

Para o delegado, que atua numa delegacia com 1.500 inquéritos, a sociedade tem hoje mais percepção do que é violência sexual, crime que, como ele faz questão de frisar, afeta a todas as classes sociais.

Mas, para investigar os crimes, em todo o Estado só há uma delegacia especializada, razão pela qual a Justiça, em fevereiro deste ano, condenou o governo a criar e manter mais quatro unidades do gênero na Grande Vitória, dentro do prazo de um ano.

Para Mangararavite, um grande desafio é a integração da rede de atendimento, que, além da DPCA, envolve Centros de Referência Especializado de Assistência Social, o Programa de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual e os Conselhos Tutelares.



Delegado fala de histórias chocantes
O que mais chocou Érico Mangaravite, como delegado na DPCA, foi o caso de um pai que, usando textos bíblicos de forma distorcida, abusou sexualmente de suas duas filhas, e, após ser preso, declarou: “Dr., o senhor sabe como é: elas me seduziram”.
Casos de pais que abusam sexualmente dos filhos, e também de tios, irmãos, padrastos, vizinhos, padrinhos, figuram entre os que são atendidos na DPCA e no Programa de Vítimas de Violência Sexual (Pavivis), criado em 1988. Ele funciona por meio de uma parceria entre a Ufes e o governo do Estado e atende a 170 novos casos por ano.

E o Pavivis exibe mais uma prova, segundo a sua própria coordenadora, Margarita De Mateo, “da falta de prioridade” para a criança e o adolescente. A unidade, que assiste às vítimas, garantindo assistência social, psicológica e médico-hospitalar, por meio do Hospital das Clínicas – unidade de referência para o aborto legal – dispõe hoje de apenas sete profissionais, dois deles voluntários. Há dois anos, eram 12.

“Não avançamos muito. Há morosidade da Justiça, falta resolutividade nos casos em que o crime é difícil de se provar. Nossos relatórios só são considerados por 60% dos juízes”, diz Margarita.

Ninguém foi punido pela morte da menina
Um bilhete assinado pela mãe, a boliviana Lola Cabrera, autorizou a escola a deixar a menina Araceli Cabrera Crespo, de 8 anos, a sair da escola um pouco mais cedo. Era dia 18 de maio de 1973 quando a garota saiu da Praia do Suá, em Vitória, para seguir de ônibus para a casa onde ela morava com os pais e um irmão, Carlinhos, em Bairro de Fátima, na Serra.
Araceli nunca chegou em casa. Seu corpo foi encontrado seis dias depois, atrás de um hospital infantil, na Praia do Canto. Exames mostraram que ela havia sido drogada, espancada e estuprada. O fato chocou a todos.

Membros de duas tradicionais famílias capixabas foram apontados como culpados, mas a sentença foi anulada, e num novo julgamento eles foram absolvidos. E o crime prescreveu.

Saiba mais
Lei N° 9.970

Conscientização
Sancionada em 17 de maio de 2000, instituiu o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil

Crimes sexuais

Abuso
É a violência mais explícita que se dá, na maioria das vezes, no âmbito da família (praticada por avôs, pais, tios, etc.). Pode ou não envolver ato sexual com penetração

Exploração
Crime corresponde à prostituição em adultos

Casos no DPCA

- 2013
888 ocorrências, 160 por suspeita de abuso sexual
250 inquéritos policiais, sendo 156 de crimes sexuais

- 2012
2.451 ocorrências, sendo 488 de abuso sexual

- 2011
2.821 ocorrências, sendo 470 de abuso sexual

- 2010
2.132 ocorrências, sendo 359 de abuso sexual



Fonte: A GAZETA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

UMA VÍTIMA DA CRUELDADE ...


ARACELI

Araceli Cabrera Sánchez Crespo (Vitória, 02 de julho de 1964 – Vitória, 18 de maio de 1973) foi uma criança brasileira assassinada violentamente em 18 de maio de 1973. Seu corpo foi encontrado somente seis dias depois, desfigurado e com marcas de abuso sexual. Vinte e sete anos depois, a data de sua morte foi transformada no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes pelo Congresso Nacional.

Foi o que puderam fazer pela menina ARACELI.

A caso prescreveu e lá se foram 40 anos de
impunidade ...
As autoridades não concluíram nada.
Não se tem autoria do crime, mesmo 40 anos após 
a tragédia.


O CASO

Araceli era a segunda filha de Gabriel Crespo e da boliviana radicada no Brasil, Lola Sánchez. Viviam numa casa modesta, na rua São Paulo, hoje rua Araceli Cabrera Crespo, no bairro de Fátima, na cidade de Serra ( Espírito Santo), vizinha à cidade de Vitória, capital do estado do Espírito Santo. A ausência de Araceli foi notada pelo pai, quando a menina não voltou para casa depois da escola, o Colégio São Pedro, em Vitória, no dia 18 de maio de 1973. Pensando se tratar de um sequestro, distribuiu fotografias da filha aos jornais.
O corpo da menina Araceli foi encontrado 6 dias depois nos fundos do Hospital Infantil de Vitória (Hospital Jesus Menino). Uma das hipóteses era de que a menina teria sido mandada pela mãe para entregar um envelope a Jorge Michelini, tio de Dante, um dos suspeitos de sua morte. Chegando lá, os acusados a teriam drogado, estuprado e assassinado num apartamento do Edifício Apolo, no centro de Vitória. Porém, de acordo com a Promotoria do caso (e depoimento de Marislei Fernandes Muniz) no dia 18 de maio de 1973, Araceli esperava o ônibus depois da escola, e Paulo Helal, que estava em seu Mustang Branco, pediu para Marislei dizer à menina que 'Tio Paulinho a chamava para levá-la para a casa'. Foi comprovado que a menina foi mantida em cárcere privado por dois dias, no porão e terraço do Bar Franciscano, que pertencia à família Michilini. Tudo sendo do conhecimento de Dante Michelini, pai de um dos condenados, o Dantinho. Os rapazes, sob efeito de barbitúricos, teriam lacerado a dentadas os seios, parte da barriga e a vagina da menina. A menina foi levada agonizante para o Hospital Infantil, mas não resistiu. Os acusados ainda permaneceram com o corpo, mantiveram-no sob refrigeração e um ácido corrosivo foi jogado para dificultar a identificação do cadáver de Araceli. , jogando, logo após, os restos mortais da menina num terreno próximo ao Hospital Infantil.
Os suspeitos do crime eram pessoas ligadas a duas famílias ricas do Espírito Santo. Os nomes dos envolvidos no caso, eram os de Paulo Constanteen Helal, conhecido como Paulinho, e Dante Michelini Júnior, conhecido como Dantinho. Dante era filho do latifundiário Dante Michelini, influente junto ao Regime Militar, enquanto Paulinho era filho de Constanteen Helal, de família igualmente poderosa. Eles eram conhecidos na cidade como usuários de drogas que violentavam meninas menores de idade. O bando teria sido responsável também pela morte de um guarda de trânsito, que havia lhes parado. Ambos foram citados nos artigos 235 e 249 do Código Penal.
Também foi apontada como suspeita, no "Caso Araceli", a mãe de Araceli, Lola Sánchez, que teria usado a própria filha como "mula" (gíria conhecida para pessoa que entrega drogas) para entregar drogas a Jorge Michelini. Lola, que seria um contato na rota Brasil - Bolívia do tráfico de cocaína e desapareceu de Vitória no ano de 1981, residindo atualmente na Bolívia, tendo o pai de Araceli, Gabriel Crespo, falecido em 2004.
Apesar de Paulo e Dante serem os principais suspeitos e de haver algumas testemunhas contra eles, os dois jamais foram condenados pela morte da Araceli, na época com 8 anos de idade. De acordo com o relato de José Louzeiro, autor do livro Araceli, Meu Amor, o caso produziu 14 mortes, desde possíveis testemunhas até pessoas interessadas em desvendar o crime. Ele próprio, enquanto investigava o crime em Vitória para produzir seu livro-reportagem, teria sido alvo de "queima de arquivo". De acordo com ele, um funcionário de hotel, pertencente à família Helal, teria lhe alertado de que estava correndo risco de morte. A partir de então, Louzeiro passou a preencher ficha num hotel e se hospedar em outro.
Araceli foi sepultada, 3 anos depois, no Cemitério Municipal de Serra-Sede, no túmulo de número 1213, na cidade de Serra.


Investigações

Após o sargento José Homero Dias, quando estava prestes a finalizar as investigações, ser morto com tiros nas costas, o caso ficou esquecido por algum tempo. Clério Falcão, na época Vereador que se elegera com a promessa de levar o caso Araceli até o fim, conseguiu a constituição de uma CPI na Assembleia Capixaba. Esta concluiu que houvera omissão da Polícia local, interessada em manter distantes das suas investigações os reais assassinos, que eram figuras de prestígio. O crime repercutiu em todo Brasil, exigindo a devida apuração e a punição dos culpados.
A testemunha chave do caso foi Marisley Fernandes Muniz, antiga amante de Paulo Helal, que declarou que Aracelli fora violentada e dopada com forte dose de LSD, à qual não resistiu. O corpo da menina Araceli permaneceu no Instituto Médico Legal de Vitória até outubro de 1975, quando foi enviado para autópsia no Rio de Janeiro, sendo sepultado no ano seguinte, 1976, em Vitória. O perito carioca Carlos Eboli constatou que a causa mortis fora intoxicação exógena por barbitúricos, seguida de asfixia mecânica por compressão.
A partir de então, as famílias Helal e Michelini contrataram os doze melhores Advogados de Vitória para destituir as provas do crime. Em 1980, Dante e Paulinho foram condenados pelo Juiz Hilton Sily a 18 e 5 anos de reclusão, respectivamente. No entanto, a sentença foi anulada. Num novo julgamento, que ocorreu em 1991, eles foram absolvidos. Desde então, de acordo com Louzeiro, se tornaram "pais de família católicos, senhores acima de qualquer suspeita".


18 de maio

A ideia de se celebrar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes surgiu em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do ECPAT no Brasil. O ECPAT é uma organização internacional que luta pelo fim da Exploração Sexual e Comercial de Crianças e Adolescentes, surgida na Tailândia. Assim sendo, a então Deputada Federal Rita Camata, atuando como Presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente da Câmara dos Deputados, propôs um Projeto de Lei que estabelecia o Dia da Morte de Araceli como Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A Lei N° 9.970 foi sancionada em 17 de maio de 2000. Desde então, entidades que atuam em Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes promovem atividades em todo o País para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade dos crimes de violência sexual cometidos contra menores.

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Caso Araceli (Globo Repórter, parte 1) 1977

Caso Araceli (Globo Repórter, parte 2) 1977


O CRIME PRESCREVEU, SIM ...

MAS, PARA A POPULAÇÃO CAUSA 
DOR, INDIGNAÇÃO, REPULSA DE SABER QUE
UMA CRIANÇA SOFREU ESTA BARBÁRIE E, 
A IMPUNIDADE PREVALECEU.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER


UMA REFLEXÃO DO AMOR ...


Declaração de Amor




Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida 
transbordar dentro do próprio coração.

A maioria das pessoas estabelece datas especiais 
para manifestar o seu amor pelo outro:
é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento,
o dia dos namorados.

Para elas, expressar amor é como usar
talheres de prata: é bonito, sofisticado,
mas somente em ocasiões muito especiais.

E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro.
Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto.
Não é preciso dizer.

Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso
a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração
de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.

Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue
sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.

O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestioná-la, lhe disse:
- Pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível
para voltar para o seu lar e o seu marido.

Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:
- O meu marido não precisa de mim. Aliás,
ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.

Naquela noite, o médico falou para o esposo
que a sua mulher não queria ficar curada.
Que ela estava sofrendo de profunda carência
afetiva que estava comprometendo a sua cura.

A resposta do marido foi curta, mas precisa:
- Ela tem de ficar boa.

Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente,
o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta.

O doador foi o próprio marido, pois ele possuía
o tipo de sangue adequado para ela.

Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.

O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:
- Querida, eu vou fazer você ficar boa.
- Por que? Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.
- Porque você representa muito para mim.
Você é a minha vida!

Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa.
Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.
- Você nunca me disse isso.
- Estou dizendo agora.

Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico
sobre a causa principal da cura da sua esposa.

Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou
a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse.
As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.

É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso,
a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço,
numa delicada carícia funcionam como estímulos
para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.

É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.

A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar
um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.

Quem diz ao outro: eu amo você, expressa a sua própria capacidade de amar,
mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.

Não Basta amar o outro.
É preciso que ele saiba que é amado!


(DESCONHEÇO A AUTORIA)

Achei maravilhoso compartilhar com vocês meus queridos ...

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

quarta-feira, 15 de maio de 2013

"A CHAMA QUE NOS MOVE É O AMOR."


LUA VEIO NOS VISITAR ...


Chegou bem agasalhada, pois aqui está frio ...
E ela já é friorenta de natureza.


Fez o reconhecimento da casa ...
Esta bem, para dizer a verdade MUITO BEM.
Ainda com umas pirraças ...
Coisas da Lua rsrsrsrs


Brincou também ...
Ela sempre gostou de brincar e, de ter 
atenção.


Quem não estava gostando muito desta história,
era o Brad ...
Que só ficava de longe prestando atenção com
as orelhas em pé ... CIÚMES.



Foi muito prazeroso ter a visita da Lua ... 
Ela é um AMOR de afilhada.

GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

terça-feira, 14 de maio de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

MÃE


MOVENDO  MONTANHAS
  

Havia nos Andes duas tribos em guerra. 
Uma vivia na parte baixa; a outra, na parte alta das montanhas.

Um dia, a parte baixa foi invadida pelos povos do alto, que, além de saquearem os inimigos, raptaram um bebê e o levaram 
para as montanhas.

Os povos da parte baixa não conheciam os caminhos usados pelos povos da montanha. Não sabiam como chegar ao alto, como chegar aos inimigos ou rastrear seus passos pelos terrenos escarpados.

Mesmo assim, enviaram seus melhores guerreiros para subir a montanha e trazer a criança de volta. 
Os homens tentaram diferentes métodos
 de escalada. 
Primeiro um caminho, depois outro. 

Após vários dias de esforços, não tinham subido nem quinhentos metros.
Sentido-se impotentes e sem esperança, os homens da parte baixa consideraram a causa perdida e se prepararam para voltar 
para sua cidade.

Enquanto arrumavam o equipamento para a descida, viram a mãe do bebê andando na direção deles. 

Perceberam que ela estava descendo a montanha que eles não tinham 
conseguido subir.  
E então descobriram que o bebê estava amarrado às costas da mulher. 
Como era possível? 

Um dos homens a saudou, dizendo: 
- Nós não tivemos êxito em subir a montanha. Como você chegou ao alto se nós, os homens mais fortes e capazes da cidade, 
não conseguimos?

Ela encolheu os ombros e respondeu:
- É que não era o filho de vocês que estava lá.
(Em Nome do Amor)