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sábado, 30 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... No Resgate de Memórias.


Colônia, Vila, Distrito e Município...

Resgatando Memórias

Com a inauguração da Estação, assim Marechal foi se firmando.

Quais fatos e lembranças são importantes para compor tudo? Serão somente as pessoas? Serão somente os fatos? Ou serão ambos?
São ambos, pois deles precisamos, para compor uma história. Giovana


Foram chuvas, enchentes e muito mais ... Marechal aguentou e continuou, aqui então, chegou.

(Uma das fotos mais antiga de Marechal). Início do século XX da Vila de Marechal Floriano, do sobrado construído pela família Endlich, e ainda podemos observar um conjunto de casas construídas pelos primeiros moradores. Fonte: Jair Littig



Contando um pouco ...

http://giocsch.blogspot.com.br/2014/05/marechal-floriano-tem-historia-contando.html

Em 1858, foi feito um levantamento da terras ao longo das margens do rio Braço do Sul, que era totalmente desabitada, tempos depois esta região ficou conhecida como Colônia Nacional do Braço do Sul. Foi colonizada e povoada por imigrantes Alemães, Italianos e famílias de colonos nacionais. E em 22 de Outubro de 1862 foi fundada a Vila Braço do Sul.
Com o passar dos anos começa a construção da estrada de ferro sul Espírito Santo e com ela a Estação na Vila Braço do Sul, que fica pronta em 1900. E no dia 13 de Maio é inaugurada na Vila a Estação Ferroviária, que em homenagem ao 1º Vice-Presidente da República Marechal Floriano Vieira Peixoto é denominada Estação Marechal Floriano, então, a Vila Braço do Sul, passa a se chamar: Vila Marechal Floriano.
A Vila teve um "crescimento" depois que a estação foi inaugurada, para o comércio do café e de construções próxima da Estação Ferroviária. E assim a Vila de Marechal Floriano foi se firmando na sua trajetória.
Até que em 13 de Janeiro de 1964, tornou-se Distrito, o tempo foi passando e no dia 31 de Outubro de 1991, aconteceu a tão esperada Emancipação, Marechal Floriano se tornou Município.


Alguns registros do Resgatando Memórias...


Marechal Floriano ... Resgatando Memórias, ainda reside muita história para 
ser contada.
Em breve mais postagens:
*Homenagens Póstumas 
*Nomes e Fatos
*Festas 
Dentre outros ... 
Fatos que compõe a História de Marechal Floriano.


Giovana Cristina Schneider

terça-feira, 26 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... (Desfiles Cívicos 2)



Entre uma postagem nova e outra do Resgatando Memórias, vou intercalando alguns registros dos Desfiles Cívicos e outros, que enviarem para o blog. 

Resgatando Memórias

Este registro, fiquei muito feliz ao receber,  a minha Primeira Professora Florisbela está na foto, este Desfile não é da minha época, mas foi uma ótima lembrança.


Do lado esquerdo: Therezinha Aparecida Christo e Maria Das Grassas Marques. Também aparecem nessa foto: a professora Florisbela, ao lado dos alunos e entre os que assistem estão Samiro Pagung e o senhor Emílio Hülle. Essa foto é de um Desfile Escolar, em 1973.
Fonte e Foto: Maria Das Grassas Marques

PS: O comercio de portas amarelas, era como começou o Supermercado Jurema, que pertencia ao Sr Paulinho Pereira. Atualmente neste local é a Loja Ponto Certo, no lado depois foi o Jurema e atualmente o Supermercado JS.




O Pré-Primário com a Professora Mara ( in memoriam), duas crianças da frente, uma Gisele Merisio e o pequeno de roupinha bege é o Reginaldo Gonçalves Dos Santos, as outras, infelizmente não sei os nomes.

Crianças: Tetê Moreira, Lelei Pires, Liamara Schunk Vicente, Fátima Santana
Colaboração: Tetê



Nos registros, Solineia e Aureo Bassani, Elio Lovatti, Adelmo Stein, Schunk (só lembrei do sobrenome) e Jorge Fonseca. Alunos vestidos a caráter no Desfile Cívico, década de 70.



Florentino Schneider Filho ( Chinês) e o colega, passando em frente a Estação, na outra Neia representando o inverno. 
PS: Rua sem calçamento, e a linha de trem sem o muro.



*Florentino Schneider Filho (in memoriam) na frente, lembrando também, do Restaurante Braço do Sul, que está logo atrás na foto.
*Eliete Maria Wassem e Leticia Schneider fazendo parte da fanfarra no Desfilie.
*O local onde hoje é o atual prédio do Sr. Ary (atrás), ainda ia ser construído. Neste registro: Hosana Machado, Leticia Schneider e Valkiria no Desfile Cívico de Marechal Floriano.



Dayse Pollyana Schneider T. Zampilis e Milla Rupf, este registro já é mais recente, década de 90. PS: Neste registro, como era a Pensão de Marechal, essa construção é mais antiga que a Estação. 



Fazendo pose no final do Desfile.
Quando o Desfile Cívico acabava, Marechal Floriano parecia uma grande festa, muitas pessoas ficavam circulando pelo centro, registrando os momentos.
Bons momentos, boas lembranças que fazem parte da História de Marechal Floriano ... Regatando Memórias. 

Giovana Cristina Schneider

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... E a Fanfarra.


Resgatando Memórias 

Três registros da FANFARRA.


Registro acima da Fanfarra com Uniforme Laranja, na escada da Igreja Católica de Santa Isabel, Domingos Martins/ES. Na década de 70, aproximadamente no ano de 1972/73.

Componentes: 
Primeira fila de cima: Maria Littig, seguinte não lembro, depois Toninho Vieira, 
Paulinho Endlich, Edna Oliveira, Telma de Medeiros, Fátima Bueno. 
Abaixo: Ângela Módolo, Gracinha Bueno, Nitia,  Instrutor o Sr Manoel, Maysa Da Penha Lube, Beleleu, Amilton Stein, Argemiro Schneider. 
Abaixo: Elineia Stein Vieira, Erilton Stein, Geraldo Capeline, Carlinhos Littig, Rosa Helena Erlacher, Suamivicanandaleu (irmão do Leleu), Narciso Entringer.
Abaixo: Elio Lovatti, Denizart, Duda, Silvana Lube (Vavane), Silvio Lube (Vivinho) e Regina Célia Lemke.
Só não lembro do rapaz moreno, lá de cima.

*Obrigada pelas informações concedidas, de Maysa Da Penha Lube e Regina Célia Lemke.

 *Foto cedida por Regina Ribeiro da Silva




Registro acima da Fanfarra na Estação de Marechal Floriano.
A Fanfarra era da CNEC, criada pelo diretor, Padre Eutímio Falqueto, e disciplinada pelo Sargento Antônio, o instrutor da mesma.



No centro de Marechal, acredito na década de 80. Com uniforme do Ginásio, que já era do Estado.


*A Fanfarra de Marechal Floriano, não só abrilhantou os Desfiles Cívicos da Sede, como também de muitas localidades do Estado do Espírito Santo.

* A Fanfarra era a menina dos olhos do Padre Eutímio Falqueto, pena que deixaram acabar.    Começamos com poucos instrumentos, e era difícil participar.
Regina Célia Lemke

PS: Vou colocar também registros, dos Desfiles Cívicos de Marechal.

Giovana Cristina Schneider

terça-feira, 19 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... O Cruzeiro no Morro.


Marechal Floriano já teve um Cruzeiro, ficava em um morro localizado praticamente de frente para  cidadezinha, como se estivesse protegendo-a, e estava ... (Este morro,  fica acima da Secretária De Saúde Cesar Vello Puppin, atualmente com muitas casas).

Resgatando Memórias


Este é o registro da procissão que aconteceu em 1965, quando o Cruzeiro foi colocado no morro. Não teve um motivo especifico para este acontecimento. O motivo era a fé de um povo, que teria um lugar para orações, assim me informou D. Marluce, que também lembra do local com muito carinho, pois a visão era muito bonita lá de cima e também de que era um ponto de encontro da juventude daquela época, que ela fazia parte, também observavam quando o trem passava, ela falou que era uma juventude sadia.


Naquele morro também tinha uma linda Árvore Angico, que foi atingida por um raio, na década de 70. No registro acima D. Paulina e o Sr. Selso Stein com o filho Rubinho, e no fundos, da para ver a linda arvore. 


Neste registro, somente o Cruzeiro, a arvore angico já tinha sido atingida pelo raio.
Lembranças boas, muitos moradores de Marechal, tem deste lugar:

*Um lugar ótimo para brincar, lembro até que tinha um balanço. 
Marlete Maria Marques

*Lembro que nossa professora, sempre nos levava lá para fazer piquenique, era muito bom, com um detalhe sempre voltávamos para casa com carrapatos, que tinha muito, mas como falei, era só um detalhe.
Minha irmã Neia

*Um coisa que era bom demais, subíamos o morro carregando papelão para depois descer escorregando, ótimas lembranças, muitas brincadeiras.
Maysa Da Penha Lube

*Um dia fomos lá fazer um piquenique, levamos pão, café e mais coisas ... Foi muito divertido aquele dia de domingo. Quando chegamos em casa, nossa, era muito carrapato que trouxemos com nós, mas foi muito bom, voltamos outras vezes.
Lucila Schneider ( mamãe)

*Um lugar de muita paz, ver o trem passar era uma maravilha. Um ponto de encontro da juventude, aquela árvore linda, o nome desta árvore era Angico, isso mesmo, nossa só de falar, lembro-me dela ...
D. Marluce Carneiro Merisio

*Minha mãe adorava este lugar, íamos dia de domingo, era muito legal lá de cima dava para assistir o jogo no campo. Uma lembrança muito linda que guardo no coração, saudades desse tempo.
Rosangela Nalesso

Infelizmente, não consegui fotos mais nítidas. O Cruzeiro e a Árvore Angico, tinham que fazer parte neste resgate de memórias de Marechal Floriano.


Giovana Cristina Schneider

terça-feira, 12 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... Família Kuster.



Para começar a relatar um pouco desta família, busquei em Rubem Alves, para começar ...

"...O estudo da gramática não faz poetas. 
O estudo da harmonia não faz compositores. 
O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. 
O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. 
Educadores nascem. 
O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer... " 

- Rubem Alves


Resgatando Memórias

Ulrich Kuster 

Filho de Johann Kuster, Chegou no Brasil com 16 anos, Suiço de Diepoldsau, a família chegou na Vila Braço do Sul em Outubro de 1862 (neste mesmo ano, que a Colônia Nacional do Braço do Sul, passou a ser Vila). Fundou uma escola na Vila Braço do Sul em 1886, em que dava aula no idioma alemão, sendo assim o primeiro professor. Era Músico, tocava Violino e fazia Partituras, naturalizou-se brasileiro em 1871. Faleceu em 1921.



Arnaldo Kuster
(Na segunda fila, da esquerda para direita, o quinto é Edmundo Littig, filho de Karl V.)

Nasceu na Vila Braço do Sul, em 25 de Setembro de 1898, filho de Ulrich Kuster. Traduziu a cartilha alemã para o português, sendo o primeiro professor da Vila de Marechal Floriano que dava aulas em português, na escola que seu pai fundou em 1886 ( registro acima, com alunos). Casou com Flores Passinato, que passou a ser Kuster, também professora. 
Faleceu em 08 de Fevereiro de 1961.

*A Escola ficava, nas proximidades da antiga residência, do Sr. Paulo Wassem.


Flores Passinato Kuster

Com 08 anos de idade, Flores Passinato, fez o discurso para o Presidente Nilo Peçanha (Nilo Procópio Peçanha foi um político brasileiro. Assumiu a Presidência da República após o falecimento de Afonso Pena, em 14 de junho de 1909 e governou até 15 de novembro de 1910. Foi o primeiro mulato presidente do Brasil.) 

Nasceu em Batatal, Alfredo Chaves, em 06 de Junho de 1902. Esposa de Arnaldo Kuster, foi condecorada com Diploma de Professora Normalista em 1923, pela Escola Normalista de Vitória/ES. Foi a Primeira Professora capacitada a dar aulas na Região de Marechal Floriano. Hoje a escola de Boa Esperança se chama "Escola Flores Passinato Kuster", uma justa homenagem, pois uma Professora que alfabetizou, alunos que só sabiam falar o alemão, e que aprenderam a falar o português, usou inteligência e dedicação na sua profissão de ensinar.




E como não podia deixar de falar ...
D. Nadir Kuster 


Nasceu em 11 de Fevereiro de 1933, na localidade de Soído de Baixo ( hoje Marechal Floriano).
Filha de Arnaldo Kuster e Flores Passinato Kuster, neta de Ulrich Kuster, aprendeu a ler com 05 anos, observando sua mãe dar aula, sendo também sua aluna. Antes de completar 16 anos o Secretário de Educação de Domingos Martins criou a Escola Singular do Braço Sul e a nomeou como Professora em 1949. Em 1961 veio morar na Vila de Marechal Floriano, trabalhou como Secretária da Escola Teófilo Paulino em Domingos Martins. Fez parte da primeira turma do Ginásio de Marechal Floriano. No ano de 1974 concluiu o Curso de Normalista na 
CNEC (Campanha Nacional de Escolas da Comunidade) Domingos Martins, onde lecionou Gramática Portuguesa, em dois períodos vespertino e noturno. 
É professora Aposentada, Poetiza.
Atualmente com 81 anos, tem essência para ler poesia, esta ouvi e fiquei emocionada:

MEU TREVO DE QUATRO FOLHAS
Primeira folha
A mais divina
É minha MÃE
Cheia de amor
E compreensão 
Esta folhinha 
Tem formato
De um coração...
Segunda folha
É a Maysa,
Sua presença
Me ameniza,
És bela e simples
Muito formosa
E me deixou vaidosa...
Terceira e quarta folha
Silvio e Silvana
A linda dupla
Que recebia
No mesmo dia
Das mãos de Deus.
Muito obrigada
Ó meu senhor
Por ter me dado
E confiado
"Um lindo trevo cheio de amor"
Nadir Kuster Lube

*As irmãs de D.Nadir, também foram professoras, Laura Kuster e Solange Kuster.

PS:Neste relato, não mencionei os nomes dos cônjuges, somente o da D.Flores, pois a mesma também foi professora. Coloquei mais em evidencia o nome KUSTER.

Fontes: Jair Littig
D. Nadir Kuster Lube
*Agradeço o carinho da Maysa, por me receber em sua casa, e ajudar para esta justa homenagem.
*Para D. Nadir, farei uma homenagem a parte, e com mais detalhes em outra postagem do blog.

Giovana Cristina Schneider

terça-feira, 5 de agosto de 2014

MARECHAL FLORIANO ... Nomes e Fatos (3)


Resgatando Memórias

PADRE
Josemar Rubens Stein 
Bem-aventurados, os que promovem a paz.


Nascido em 10 de Dezembro de 1958, filho de D.Paulina Koelher Stein e Sr.Selso Stein (por complicações no parto, nasceu no Hospital São Sebastião, Praia do Suá, Vitória/ES.)
É formado em História pela Universidade Federal do Espírito Santo ( UFES), lecionou no Ginásio Emílio Oscar Hülle. Estudou no Seminário Nossa Senhora da Penha, na Praia de Santa Helena, Vitória/ES. Foi consagrado Sacerdote em 01 de Novembro de 1987 na Igreja de Sant`Ana, Marechal Floriano/ES., completou 25 anos de Sacerdote em 2012. Atualmente é Pároco na Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória/ES.



Visita ao Santo Padre e Papa João Paulo II em Roma 1990.
(Papa João Paulo II, declarado e definido como Santo em 27 de Abril de 2014)



A foto acima é um  registro, da época da juventude em Marechal Floriano, no primeiro com amigos na frente praticamente da sua casa, a outra é de quando estudava na CNEC também em Marechal, na década de 70.


Uma brincadeira com o Aureo no pátio do Ginásio, depois do Desfile Cívico (sendo abençoado pelo amigo, que estava representando o Padre), anos mais tarde já como Padre Josemar. 
PS: O padre Josemar, que celebrou e abençoou  o casamento do Aureo.


Em Abril de 1987, na época o Padre Josemar, ainda diácono fez o seu Primeiro Batizado.
Sua sobrinha Oona Hellene Schneider Stein foi batizada na Igreja de Sant´Ana, 
Nelsinho Bueno foi o Padrinho, Giovana (eu) a Madrinha de batismo.


(Missa em comemoração aos 25 anos de sacerdócio do padre Josemar Stein 
na noite de 01 de Novembro de 2012)


Padre Josemar:
*É conhecido carinhosamente como Caca.
*Primeiro Padre natural de Marechal Floriano.
*Todo 01 de Novembro, faz uma celebração na Igreja de Sant`Ana de Marechal.
*Quando a Paróquia passou a ser em Marechal Floriano, o primeiro casamento na Igreja de Sant`Ana, então como Paróquia, foi realizado pelo Padre Josemar numa segunda-  feira, casamento esse, de sua sobrinha Paula Rubia e Hiury Helmer. 

=> A família do Padre Josemar, reside em Marechal Floriano, não podendo deixar de citar sua mãe D. Paulina, hoje com 82 anos, uma senhora que ajudou muitas pessoas na sua vida.

Quais fatos e lembranças são importantes para compor tudo? Serão somente as pessoas? Serão somente os fatos? Ou serão ambos?
São ambos, pois deles precisamos, para compor uma história. Giovana

Agradeço a Mariany, pelas informações concedidas, e algumas fotos do Adelmo, 
para que pudesse fazer esta homenagem. Um pouco da trajetória do Professor, 
hoje Padre, tinha que fazer parte neste resgate de memórias.


Giovana Cristina Schneider