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terça-feira, 12 de julho de 2011

GAMBÁ UM CARA ESPERTO ...


NOME POPULAR NO BRASIL: Na Amazônia: mucura; na Bahia: suruê ou sarigüê; no Nordeste: cassac ou timbuo; no Mato Grosso e Paraguai: micurê e no resto do Brasil recebe o nome de Gambá.

Os gambás são animais que costumam caçar cobras e outros animais de mesmo ou menor porte para se alimentarem. Com isso, ocorreu a idéia em alguns cientistas de verificarem no sangue dos gambás, algum tipo de célular que inibisseo veneno desse réptil que na maioria das vezes é peçonhento. Tendo em vista que o gambá é picado várias vezes durante sua caça, estimou-se que então, ele talvez tivesse o antídoto para diversos venenos de cobra e foi o que encontraram.

Uma proteína existente no sangue desse marsupial, consegue controlar e extinguir o veneno existente na corrente sanguínea do animal, fazendo que seja praticamente imune à picada da cobra. Com isso, está sendo estudado um meio de produzir um soro geral de modo que funcione de antídoto tanto para os seres humanos quanto para outros animais que tem a infelicidade de serem presas desse réptil.

O gambá tem hábitos noturnos e alimenta-se de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros. É conhecido como sanguinário, pois adora beber sangue. Costuma entrar em galinheiros e matar diversas galinhas, sempre atacando a jugular das mesmas, matando o maior número de galinhas, ainda que não beba o sangue de todas. Após a “farra” entra em um estado profundo de torpor. É comum ser encontrado nos galinheiros pela manhã inebriados, como que de ressaca. Daí surgiu a expressão “bêbado como um gambá”.

O que pode marcar nessa espécie não são apenas as características físicas, mas um fato importante relacionado ao comportamento e fisiologia. Sendo mais exato nas palavras, seu famoso odor. O líquido fétido produzido pelas glândulas axilares é utilizado pelo animal como defesa, em caso de perigo iminente. Deixando seu agressor em estado complicado, o gambá consegue sair da situação rapidamente. Na fase do cio, a fêmea costuma exalar este odor para atrair, de forma mais poderosa, a atenção de eventuais pretendentes. Outra estratégia para escapar dos perigos é o comportamento de fingir-se de morto até que o atacante desista. Muitas vezes, quando finge estar morto, resiste imóvel até sob cacetadas. Mas basta que o atacante se distraia para o gambá correr em direção à mata. Surgiu nos EUA, uma expressão que homenageia essa estratégia, a "playing opossum", ou "fingir-se de gambá morto".

O DANADO É BEM ESPERTO ...

ONTEM LEVAMOS O CARRO PARA LAVAR E FICAMOS

CONVERSANDO AGUARDANDO A LAVAGEM ...

NISTO AVISTAMOS UMA PREÁ , QUE NILZA

PENSOU QUE ERA UM RATO , FALEI QUE PREÁ

NÃO TEM RABO E RATO TEM , E O GAMBÁ QUE

TEM UM RABÃO ...

O FRENTISTA VEIO CONVERSAR TAMBÉM E FALOU

DE SUA EXPERIÊNCIA COM GAMBÁ ...

... ELE MORA NUM SÍTIO QUE TEM GALINHAS SOLTAS ,

E SEMPRE TEM VISITAS DE GAMBÁ , UM BELO DIA ELE

PEGOU UM E PARA SALVAR AS GALINHAS ACHOU MELHOR

MATAR O BICHO E ASSIM FEZ ... O DANADO ESTAVA ESTIRADO

NO CHÃO SÓ FALTAVA ESTAR COM A LÍNGUA PARA FORA ...

PEGOU ELE E JOGOU FORA ... QUANDO O GAMBÁ CAIU , CAIU

EM EM PÉ E SAIU CORRENDO ... ELE ESTAVA SE FINGINDO DE

MORTO PARA SE SALVAR !!!

BOM , NÃO É PROVADO CIENTIFICAMENTE , MAS DIZEM QUE O

GAMBÁ GOSTA DE UMA BOA CACHAÇA ...






Um bêbado e um gambá, uma historia de amor (ou será que não?)

Nos EUA, mas precisamente na Pensilvânia, um americano chamado Donald Wolfe, de 55 anos, foi preso por tentar ressuscitar um gambá, que já tava morto a mto tempo, através da respiração boca a boca ( nooojento ), é claro que ele só podia tah mto do bêbado pra fazer uma coisa dessa, néh!!


Eu tbm adoro o Pepe Le Pew, mas vamo combina que ele se inspirou d+, néh?









Princesa é uma poodle que há uma semana surpreendeu seus tutores.
A cachorra, que nunca havia tido filhotes, resolveu tomar conta de
um filhotinho de gambá, que apareceu no quintal da casa.



Princesa amamenta o pequeno gambá

O mais surpreendente é que Princesa, além do carinho, proteção, acolhimento e lambidas, ainda por cima amamenta. Dois dias depois que o gambazinho foi encontrado, ela começou a ter leite. Um história real de ternura e compaixão entre espécies.




GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER

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