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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

SAUDADES ETERNAS ...







REALMENTE UMA PALAVRA TRISTE ...







SAUDADES ...

DOS QUE JÁ SE FORAM PARA OUTRO PLANO

ESPIRITUAL ...

PASSAM-SE ANOS E DE REPENTE BATE A SAUDADE ...

É UMA SAUDADE DOÍDA ...

DIFERENTE DA SAUDADE DE QUEM AINDA ESTA ENTRE

NÓS ...

PORQUE SABEMOS QUE UM DIA PODEREMOS NOS

ENCONTRAR ...

E OS QUE JÁ SE FORAM ... FICA A SAUDADE

QUE O TEMPO AMENIZA ...

MAS QUE DE VEZ EM QUANDO VOLTA E NÃO TEMOS

COMO MATAR ... E FICA UMA SAUDADE SEM FIM ...

SAUDADES ETERNAS ...

QUE TEMOS QUE NOS ACOSTUMAR !!!






" HOJE ME BATEU ESTA SAUDADE , E VIM AQUI 


DESABAFAR ...


SEI QUE LOGO VAI PASSAR ..."













GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER




4 comentários:

HENRY disse...

É verdade! Amiga. Faz um ano que meu irmão partiu para a Eternidade. Eu pensei até escrever hoje umas palavras de homenagem e saudade, lá no meu cantinho. Comentei até com minha filha hoje de manhã, eu ter essa vontade.
Talvez no meu proximo post faça o que meu coração se propôs fazer hoje.

Abraços Giovana!

Conexão da Graça disse...

Oi Giovana! Transcrevo abaixo parte de um texto que escrevi com o tema "É preciso saber viver, é preciso saber perder".

Um abraço e muita paz em Deus pra nós para conseguirmos lidar com os dissabores da vida!

A vida tem se encarregado de me mostrar as mais diversas facetas da perda, em diversos níveis de intensidade e nos mais variados caminhos pelos quais ela se manifesta.

Vai desde simples coisas como objetos e projeções pessoais de pouco ou estimado valor, a expressões mais graves, como a perda de gente amada que se foi para a eternidade, deixando o vazio da saudade.

Dentro de nós reside um forte apelo de possessão, que é despertado todas as vezes que estamos diante de uma situação real ou imaginária de perda.

Esse sentimento nos consome, porque nossa inclinação almática que é fruto da natureza adâmica caída, não sabe lidar com os processos da vida que nos fazem sofrer o débito de coisas e valores com os quais amamos e nos apegamos, e que sem os quais consideramos que a vida não é viável.

É por esta razão, que as ansiedades e fobias latentes na nossa alma, entram em conflito com a proposta de descanso do Mestre que diz: “Não vos inquieteis”, “Basta a cada dia seu próprio mal”.

Essa deficiência instalada nas nossas emoções que nos assombra, é que nos faz ter um estilo de vida acelerado, frenético e fibrilante, que só contribui ainda mais para o desgaste da fé e confiança, e do projeto de simplicidade e descanso elaborado no Gênesis.

Verdade é, que alguns sentimentos são até autênticos e legítimos como conseqüência da nossa humanidade e sensibilidade, mas não estamos acostumados a subtração ou divisão, e quando estamos diante dos problemas e desafios da vida, temos a tendência de equacionar somente as percepções que resultem em adição e multiplicação, e nunca a possibilidade do débito, porque o nosso alvo é a tão sonhada “ilha da segurança”, blindada pela falsa idealização de imunidade atemporal.

A perda dói! A perda frustra! A perda desestimula!

A perda dói, porque leva consigo valores, sentimentos e aspirações que reputávamos como essenciais à vida, e que sem piedade nos faz sentir a dor da separação.

A perda frustra, porque revela a fragilidade e transitoriedade dos nossos castelos de areia, construídos na perspectiva do eterno e vitalício que são confrontados com o aqui e o agora.

A perda desestimula, porque a percepção que sobrevive em meio a decepção é: “Será que vale a pena tanto esforço e sacrifício sem a certeza de retorno, ou de continuidade daquilo a que tenho me dedicado?”.

Apesar de todos os transtornos causados pela perda, pode ser ela a alavanca e a força motriz para novas possibilidades e realidades, e que nos conduza a felicidade sem utopias, que foi amadurecida pela sabedoria adquirida de “Saber Viver e Saber Perder”.

Cabe a nós resignificá-la em Graça, procurando focar na pedagogia do que elas podem contribuir com o nosso crescimento como seres humanos, e como humanos que ajudem outros seres a crescer em meio às perdas que a vida proporciona.

Cida disse...

Que essa saudade deixe de ser doída, e se torne apenas doce, é o que te desejo de coração.

Beijos, e tenha uma semana abençoada.

Cid@

Giovana Schneider disse...

Obrigada meus queridos amigos pelas abençoadas palavras ... DEUS ilumine vcs sempre !!!

ABRAÇO COM CARINHO...

GIOVANA